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"Um canal de interatividade com seus clientes e parceiros."

Estamos a duas semanas (Dias 1º a 2 de maio de 201) do inicio do mais importante festival de estética e beleza do sul do estado com patrocínio de empresas de renome nacional e internacional. Nele os profissionais da beleza de Pelotas e Região Sul estarão apresentando novidades da área e participando com seus modelos dos campeonatos de Corte de Cabelo e Escova Masculino e Feminino, Maquiagem para Festa, Concurso de Manicures e de Penteado para Festa. Faz parte da programação dos campeonatos o Show de Encerramento com entrega dos Troféus aos grandes vencedores da 11º Edição do Festival.

Haverá palestras show, seminários com profissionais de larga experiência nas diversas áreas de estética e beleza, além de apresentações nos intervalos com diversos artistas (músicos, cantores, bailarinos, etc…).

“Com certeza você não pode ficar de fora desse que é o GRANDE EVENTO DE ESTÉTICA E BELEZA DA REGIÃO SUL DO ESTADO DO RS.”

 

Data do Evento:
Dias 1º a 2 de maio de 2011.

Local:
Sociedade Recreativa 15 de julho, com uma nova disposição oferecendo maior espaço aos expositores e visitantes.

Informações:
Stands: José Amilton – 53 3302-6895 ou 9114-4902
Campeonato:  Ari Volcão – 53 3222-4794 -  ACAPEL:  53 3225-4182 –  atendimento@acapel.org.br
Vânia Fiss Hartwig: Presitente – 53 3228-7940

Realização:
ACAPEL – Associação Profissional, Cultural e Recreativa dos Cabeleireiros e Similares de Pelotas.

Fundada em 12 de Outubro de 1947
Rua Barão de Butui, nº 3
CEP: 96010-330 – Pelotas – RS
CNPJ: 88.288.865/0001-4
2º Delegacia do Sindicato Estadual dos Cabeleireiros do Rio Grande do Sul
www.acapel.org.bratendimento@acapel.org.br

 

Atualmente o número de pessoas que buscam criar um negócio próprio tem sido crescente. Porém, o número de empreendimentos que fecham antes de 3 anos é surpreendente.

Muitas vezes a resposta para a empresa ter fechado é algo como “as vendas não iam bem”, “o mercado estava desaquecido”, etc. Com minha experiência em vendas resolvi descrever 5 motivos para que as pessoas passem a usar a prospecção como estratégia de venda.

No meu ponto de vista, 5 excelentes motivos para prospectar clientes são:

Esperar o cliente chegar nem sempre é uma boa opção

Esperar o cliente chegar nem sempre é uma boa opção

1. A prospecção é a primeira etapa da venda
Prospectar é literalmente procurar o seu potencial cliente e dar um jeito de falar com ele sobre seu produto ou serviço. Se você está começando uma empresa sem muita grana para investir publicidade (como é o meu caso) é praticamente impossível não prospectar.

2. A prospecção é marketing corpo-a-corpo
Quando você começa a encontrar seu público-alvo e entra em contato com ele para apresentar seu produto com o objetivo de vendê-lo, está sempre coletando novas informações importantíssimas.

Se você tiver a mente aberta para evoluir constantemente, estas informações poderão ser a semente para aprimorar o seu produto ou serviço e torná-lo mais atraente, pois naturalmente você procurará atender exatamente o que seu público está precisando.

3. Prospectar é se autodesafiar
Prospectar pode ser chato no começo porque você recebe muitos “nãos”. Principalmente se seu serviço for algo que ninguém nunca ouviu falar. E estes “nãos” não são somente das pessoas que decidem não comprar nada, mas também de todas as vezes que você entra em contato e sequer consegue falar com a pessoa certa.

É necessário muito controle emocional e perserverança para sobreviver na selva capitalista com a sua empresa. É preciso ter raça para prosseguir e, ainda mais, anotar TUDO que aconteceu para avaliar depois o que foi feito corretamente e o que não deveria ter feito.

Crie indicadores para saber de forma atualizada quais os resultados você consegue com x horas de trabalho.

4. Prospectar é uma faculdade para empreendedores
Prospectar é se jogar no mundo. Se entregar aos leões e dar cara a tapa para ver o que acontece.

Prospectar é a primeira ação de um empreendedor que já tenha algo para oferecer ao mundo. Quando você prospectar aprenderá constantemente, não só como melhorar seu produto, mas também como as pessoas se comportam em relação aos negócios e à vida.

Sendo um bom observador não será difícil perceber com o tempo detalhes da linguagem verbal e não verbal. E isto tudo no final de algum tempo te tornará um mestre em negociar e em lidar com gente.

Isto é fundamental para quem sonha em ser um grande empresário.

5. Prospectar é a linha que separa o sonhador do empreendedor
Quem prospecta tem coragem de lutar para tornar real tudo aquilo que foi idealizado.

Autor: Renan V. J. de Oliveira
Fonte: Saia do Lugar

Já é comum que tomemos um desejo para as nossas vidas e não o concretizemos. Não é que não falte amor ou garra para concretizá-lo. Falta apenas hábito. É o hábito que gera resultado. São as pequenas ações que concretizam vendas. É o não diário que faz com que em algum tempo paremos de fumar. É caminhando todos os dias que ao longo de dois anos perdemos aquela barriguinha. Enfim, o que quero demonstrar, é que são nas pequenas atitudes diárias que construímos o resultado que será a nossa vida. Pela internet afora, você encontra material para abrir a sua própria empresa, vender mais e até mesmo bons vídeos para se motivar, mas nada disso será suficiente se você, como agente de mudança da sua vida, não se decidir e não agir para concretizar os seus sonhos.

Quando vemos um produto na prateleira do supermercado, talvez não imaginemos o que fez com que aquele produto chegasse até ali. A Farinha Láctea, por exemplo, foi criada em 1866 pelo farmacêutico Henri Nestlé para salvar a vida das crianças da Suíça que estavam tendo sérios problemas de desnutrição. O desejo de Henri era o de salvar a vida das crianças do seu país, mas de nada adiantaria cultivar esse desejo se não houvessem tido ações para torná-lo realidade. Criar um produto ou uma vida eterna é percorrer com determinação um ciclo produtivo de preparação, planejamento, execução e avaliação. Seja você um Henri Nestlé, um Henri Ford um Zé Rezende qualquer.

1. PREPARAÇÃO
Alguns autores apresentam a preparação como parte do planejamento. Porém, prefiro mantê-las separadas já que o empenho nesta fase tem a mesma importância que na fase de planejamento. Antes de planejar, é preciso reunir o máximo de informações sobre si e sobre o mundo. Quais são os seus talentos? Quais são os seus papéis? Qual é o desempenho ideal que você deseja ter em cada um dos seus papéis e com cada um dos seus talentos? Essas são perguntas cruciais e de alto valor para a concretização do seu projeto, seja ele qual for. Não saber quais são os seus talentos, pode lhe fazer trabalhar em algo onde não se sobressaia. Da mesma forma, desempenhar um papel onde não se tem ideia de como deve ser o seu desempenho, pode fazer com que você seja desqualificado pelas expectativas enquanto o desempenha.

2. PLANEJAMENTO
Se vamos atravessar a ponte, precisamos saber com antecedência onde vamos pisar e quais riscos corremos a cada novo passo. Já checamos quais são as nossas forças e as nossas fraquezas. Conhecemos nossos talentos e nossas competências, assim como também conhecemos onde não conseguimos ter um bom desempenho. Agora é hora de conhecer as oportunidades e ameaças que estão à frente do nosso caminho. Lembrando-nos que sempre existe um talvez, podemos traçar tantos quantos caminhos alternativos necessários para quando aquela condição inesperada surgir. Estar preparado e com tudo planejado é o que compõe uma das incógnitas da equação que nos conduzirá ao sucesso.

“Se você acredita que pode conseguir ou que não pode, você está certo.” ~ Henry Ford

3. EXECUÇÃO
Na hora da execução é quando a maioria das pessoas falham. É preciso manter a disciplina, evitar a procrastinação e ainda motivar-se todos os dias para não ser abalado pelas influências externas. É nesta fase que virá o medo das coisas darem errado e de ter seus planos rejeitados pelo mundo. Porém, nada disso importará se o seu “coração estiver na ponta da chuteira”. Uma boa execução é feita baseada em um plano e executada com bastante esforço. Recompense-se a cada pequeno objetivo atingido. Mantenha-se motivado através de músicas, fotos, frases, leituras e pessoas interessantes. Enfim, parta para o ataque sem recuar para a defesa.

4. AVALIAÇÃO
Pisou, avalie. Andou três passos, avalie. Conseguiu concluir um primeiro objetivo, avalie. O que deu errado no seu percurso? O que poderia ter sido feito de uma outra maneira? Que talento você deixou pra trás sem utilizar? Que competências foram mal escolhidas e provocaram alguns deslizes? Crie um mega questionário, descanse e avalie o seu percurso, pois isto é muito importante. Sem essa avaliação, o próximo ciclo de preparação, planejamento e execução pode ter um desempenho muito ruim. Pelo contrário, se a sua avaliação for bem feita, o seu próximo ciclo de conquistas pode ser muito melhor e assim por diante, em cada novo ciclo.

ÚNICO E ETERNO
Você já é único em todo o mundo. Só você sorri da forma como você sorri. Só você ama da forma como você ama. Só você tem esse jeito que só você tem. Você é um único. Você é especial. Você não pode desperdiçar isso! Você não deve dar as costas para isso! Preparar, planejar, executar e avaliar são as etapas que você precisa seguir para ser melhor daquilo que você já é. Só este produto que Henri Nestlé criou há quase 150 anos, demonstra com que um desejo, quando colocado em ação, pode atravessar vidas e vidas. Henri morreu ainda no século 19, mas a sua vida continua presente hoje nas prateleiras dos supermercados mais modernos de todo o mundo em pleno século 21. Uma decisão simples, seguida de ações em sequência que tornaram ele e a sua empresa reconhecidos em todo o mundo.

Não posso afirmar que Henri fez uso das quatro etapas citadas anteriormente para manter-se motivado e conquistar o seu objetivo, mas posso afirmar que se você precisava de um motivo para empreender em direção aos seus sonhos, ele está dado. Torne-se ETERNO!

Autor: Marcos Rezende
Fonte: Insistimento

Essa matéria publicada no Jornal do Comércio nos faz torcer para que não seja apenas mais um papo furado de político para campanha eleitorral do pleito para prefeito que se aproxima, pois a expansão da estrutura de internet, não apenas no Rio Grande do Sul, mas em todo o Brasil é uma questão de “vida ou morte”. Basta pensar que hoje toda a movimentação bancária e grande pare das Notas Fiscais do País é feita via internet, isso só para citar dois setores que iriam literalmente parar.

Vejam a matéria:

Expansão da rede é fundamental para maior acesso à internet, destacou Bernardo.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou ontem que o Rio Grande do Sul precisa ampliar a rede de fibra ótica em pelo menos 900 quilômetros para que se feche o que chamou de anel básico, do qual devem partir ramificações para que a população tenha acesso a serviços de telecomunicações. “Estive reunido com o governador Tarso Genro e conversamos sobre a possibilidade de um trabalho conjunto que vise à inclusão digital.

Chegamos, inclusive a assinar um termo de compromisso nesse sentido porque entendemos que juntos podemos economizar recursos e fazer um trabalho melhor.” O investimento para isso tem um custo estimado em até R$ 25 milhões, disse antes de participar da reunião-almoço Tá na Mesa, promovida pela Federasul.

Paulo Bernardo ressaltou que esse investimento, embora fundamental, não vai resolver o problema, já que é preciso também de ramificações. Para isso, pretende incentivar os municípios e as empresas a realizar essas obras secundárias. A ideia inicial, detalhou o ministro, é que o trabalho possa ser feito através da Telebrás mas, durante a reunião com o governador, foi levantada a possibilidade de envolver a CEEE.

Em sua palestra aos empresários presentes na reunião-almoço, o ministro destacou a instalação da fibra ótica como etapa importante para a execução do Plano Nacional de Banda Larga que pretende, entre outras coisas, criar uma opção básica de acesso à internet com velocidade mínima de 1 mbps (megabit por segundo) e preço máximo de R$ 35,00. O governo federal espera que e a medida amplie a base de domicílios com acesso à internet para 70% do total em quatro anos (atualmente a parcela com acesso à rede em casa é próxima a 30%, segundo o ministro).

Outro projeto de massificação da rede de telecomunicação detalhado por Paulo Bernardo foi a criação de um plano de assinatura popular para a telefonia fixa, com taxa de R$ 13,50. O governo negocia com as companhias para que custeiem o investimento necessário e a cada 18 meses façam uma reunião de prestação de contas com o ministério. “A rigor, o governo deve arcar com o custo da implantação de qualquer serviço não previsto no contrato com as concessionárias. Mas projetamos que com a ampliação da base de clientes o faturamento das empresas terá crescimento expressivo. Como se diz, elas vão lavar a égua. Por isso propomos este modelo e, se for comprovado prejuízo, o governo se compromete a ressarcir”, afirmou.

O ministro indicou a possibilidade de aplicar recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), caso haja necessidade de investimento direto do governo federal e a concordância do Ministério da Fazenda.

Programa de telefonia rural deve atender a 50% das residências do campo em até quatro anos

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou, na Federasul, que está em negociação a implantação de um programa de telefonia rural que seja capaz de atender, em quatro anos, ao menos 50% das residências do campo. “Para isso, estamos avaliando diversas alternativas tecnológicas. Precisamos saldar essa verdadeira dívida que temos com quem mora no campo. Atualmente quase ninguém tem acesso, pois praticamente não existe telefone na roça”, afirmou.

O ministro foi incisivo ao apontar que considera a carga tributária sobre a telefonia muito grande, mas que mesmo assim nenhum dos projetos de criação de pacotes populares prevê renúncia fiscal. “Não é justo fazer isso com o caixa dos outros”, disse ele em referência à possibilidade de isenção de ICMS, um tributo estadual. No entanto, Paulo Bernardo indicou que é favorável a que haja uma negociação prévia para a isenção de novos serviços. A essa manifestação, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, indicou total apoio. Segundo ele, o Estado pode fazer renúncia fiscal sempre que o cálculo “na ponta do lápis” mostrar que a medida é vantajosa a longo prazo.

Fonte: Jornal do Comércio

Steve Jobs, CEO da Apple e semi-Deus para alguns, é extremamente conhecido por ser um exímio apresentador. Seus lançamentos de produtos são sempre esperados por toda a mídia e pelos fanáticos de tecnologia.

No vídeo abaixo são explicados alguns dos fatores que tornam as apresentações de Steve Jobs tão interessantes. Eles são:

  • Definir o tema no começo – Steve sempre começa a apresentação com uma frase marcante
  • Começar e terminar cada seção de forma clara – Sempre é possível saber sobre o que ele está falando, já que as transições são sempre muito claras
  • Vender uma experiência - Steve não simplesmente joga números e fala o que o produto faz, ele mostra a experiência do usuário na prática
  • Saber usar recursos visuais – Ótimos slides e figuras facilitam muito a comunicação
  • Tenha entusiasmo – Steve sempre se empolga muito com seus produtos, esse entusiasmo também empolga a plateia
  • Ensaie – Steve é muito perfeccionista. Antes de uma apresentação ele passa horas testando o equipamento e ensaiando para que tudo saia de forma perfeita na hora
  • Espere, tem mais! – Ao final de suas apresentações ele sempre tem uma última carta guardada para o final.

 

Link para o vídeo no Youtube: Faça Apresentações como Steve Jobs

Fonte: Saia do Lugar

Desenvolver e colocar em prática uma estratégia de maketing é essencial para manter a competitividade. Não só para promover a empresa e atrair mais clientes, mas também para criar uma reputação para a sua marca, pensando nos resultados a longo prazo. Uma ideia que  pode trazer retorno rápido sem grandes investimentos é o marketing sensorial. Essa estratégia de marketing procura estimular os cinco sentidos na tentativa de ganhar o cliente. Veja a seguir como você pode colocar essa ideia em prática na sua empresa.

Consultoria

O marketing sensorial pode ser usado tanto para transmitir e estabelecer uma identidade para a marca quanto para estimular a venda do produto em si. A intenção do marketing sensorial é fazer com que o cliente associe sua marca a uma sensação agradável, que pode ser um aroma na sua loja, uma textura diferente em uma embalagem ou uma música ambiente.

O especialista e consultor do portal Administradores Wagner Campos tem algumas dicas do que fazer para estimular cada um dos sentidos dos seus atuais ou futuros clientes. Confira na íntegra:

Visão: Cuidado com o excesso de cores e imagens. Evite poluição visual. O produto deve ter destaque sem que as muitas mensagens venham a confundir o seu público-alvo. O estabelecimento deve escolher cores que identifiquem sua ideologia.

Audição: Músicas devem ser adequadas aos ambientes. Em lugares mais agitados, a música alta pode vir a atrapalhar. Escritórios, lojas e supermercados devem dispor de uma “rádio” interna própria, selecionando o tipo de música que envolva o ambiente ou, então, manter a sintonia em uma rádio que toque músicas que se identifiquem com o perfil dos clientes, num volume ideal ao seu público. Não se coloca, por exemplo, um Heavy Metal em um restaurante italiano no horário do almoço.

Tato: O consumidor brasileiro tem o hábito de “olhar” com as mãos. Deixar os produtos ao seu alcance pode ser uma grande oportunidade de agradáveis experiências aos consumidores e novos negócios para a empresa.

Paladar: Esse sempre foi o conquistador de todos. Há até o ditado: “conquistou o marido pelo estômago”. Oferecer ao cliente agrados como chocolates, balas ou outras guloseimas que agreguem, além do sabor, características visuais e olfativas, poderá tornar a experiência de compra inesquecível, bem como satisfazer o cliente pelo fato de ter ganhado um brinde.

Olfato: As essências podem ser utilizadas para personalizar o ambiente. É necessário apenas ter cautela quanto ao exagero da quantidade ou excesso de essências distintas em um mesmo ambiente.

Para saber exatamente com qual ou quais sentidos trabalhar, é recomendável procurar a consultoria de um especialista, porque cada marca e cada tipo de negócio precisa de ideias próprias.

Fonte: Portal Administradores

Você tem visto por si só. O brilhante editor promovido a gerente do departamento, que nunca mais pôs as mãos em um manuscrito. O talentoso web designer cujas novas funções envolvem contratar, demitir e gerenciar a equipe; seus dias de web design acabaram. Eles são bons no que fazem? Eles estão felizes?

A lógica distorcida do local de trabalho
Há cerca de 40 anos, em janeiro de 1967, o dr. Laurence J. Peter, um psicólogo e professor de educação canadense, escreveu um artigo com o intuito de mudar permanentemente nossa aparência no local de trabalho. Depois, publicou-o como um livro, “O Princípio de Peter: Por que as coisas sempre errado” foi escrito em estilo humorístico, mas o surpreendente argumento central era extremamente sério. O dr. Peter afirmou: “Num sistema hierárquico, todo funcionário tende a ser promovido até seu nível de incompetência”.

Ele queria chamar atenção simplesmente para a maneira como a burocracia das empresas e do governo funciona, rotineiramente recompensando a excelência com promoções. Isso é lógico? Vamos mais a fundo. Você é bom no que faz; na verdade, você é excelente. Ás vezes, você ganha um pequeno aumento salarial por ano que corresponde à inflação, mas nada muito significativo. Então, você recebe uma oferta de promoção, que promete a você prestígio e um salário mais alto, e você aceita.

Essa decisão não é necessariamente boa
À medida que continua sendo promovido, progredindo cada vez mais na carreira até chegar na estratosfera do gerenciamento sênior, o Princípio de Peter mostra que em algum estágio você, inevitavelmente, chegará a um ponto em que deixará seu campo de conhecimento de forma permanente, encontrando-se em um cargo que exige responsabilidades com as quais você não pode arcar.

Empoleirado com segurança em seu nível de competência, desde que você não tome decisões muito desastrosas, provavelmente você não será demitido: você camuflará sua mediocridade, dependendo da criatividade, do talento e das habilidades das pessoas que você agora gerencia – pessoas que ainda não atingiram os seus níveis de incompetência. Deixado em paz para aproveitar os frutos da promoção, provavelmente você algumas vezes desejará poder voltar a trabalhar com as coisas que costumava adorar. Pelo menos, você terá um cargo do qual se orgulha, um salário principesco e talvez até um carro para lhe fazer companhia.

Funcionários: pensem bem antes de agir
Quais são as lições para aqueles entre nós que sentem a pressão para serem famintos e ambiciosos?

  • Conheça seus talentos e limites
    Se você curte as atividades práticas do seu trabalho, uma mudança na carreira para uma posição de gerenciamento pode não ser adequado para você. Reconheça isso como um fato. Você se conhece melhor do que qualquer outra pessoa que conhece você, por isso não se deixe influenciar pelo atual “apetite por conquistas super-humanas”. [1] Simplesmente, não acredite que o fato de você não ser uma “estrela em ascensão” significa que você é um perdedor. Satisfação no trabalho significa fazer o que você gosta e aquilo que domina; tenha orgulho daquilo que conquista.
  • Pergunte ao seu chefe quais são as expectativas
    Quando você receber uma promoção, converse com seu chefe sobre o que o novo cargo envolve. Tomar uma decisão negativa sem quaisquer esclarecimentos pode ser a causa para desentendimentos e não ajudará você a se manter na empresa, principalmente se essa não for a primeira fez que o assunto surge. Tenha em mente que rejeições sucessivas causarão impacto em sua carreira, portanto talvez você deve perguntar a si mesmo em algum momento o que, na verdade, você está evitando: estresse ou novos desafios. Você está evitando ser promovido porque sabe que não gostará ou porque está com medo de não ser tão bom?
  • Prepare-se para a promoção antes que ela te pegue
    Se você está mesmo decidido que o gerenciamento não serve para você, comece a se preparar com antecedência. Lembre-se de que, na verdade, o que a maioria dos cargos de gerenciamento exige é solução de problemas e gerenciamento de pessoas. Claro, é preciso conhecer a empresa; mas o fato de ser brilhante em TI não significa automaticamente que você seja brilhante no gerenciamento de uma equipe. Faça algum curso e adquira habilidades de comunicação. Será inestimável.

Em outras palavras, seja honesto, consigo mesmo e com seu chefe. Se você está feliz em sua função atual e não sente que a promoção seja a mudança ideal para você no momento, diga. Faça bem o seu trabalho e desfrute dele. Contudo, você precisa ter certeza de que seu chefe sabe que você é completamente comprometido com a empresa e que, embora você não esteja em busca de promoções no momento, você agradeceria se pudesse dar sua opinião sobre tarefas novas e interessantes relacionadas ao seu trabalho atual.

Empregadores: respeite e reconheça a simples competência
Como empregador, você precisa perceber que quando os funcionários são promovidos, não é porque eles querem uma carga de trabalho diferente, mas porque eles precisam de um salário maior. Isso pode forçar a pessoa errada a buscar promoções.

  • Reconheça a excelência que a equipe mostra no trabalho
    Mesmo que alguém esteja fazendo as mesmas coisas há muitos anos, a excelência não se desvaloriza. Por isso, não dê recompensas e aumentos de salário somente para aqueles que mudam de cargo.
  • Oferecer treinamento adequado em gerenciamento
    Mas somente para aquelas pessoas que verdadeiramente não se adequam ao gerenciamento. Como reconhecê-las? Não as reconheça somente pelo fato de serem boas no que fazem! Elas precisam demonstrar desejo de estarem envolvidas nos negócios maiores da empresa; precisam fazer perguntas e também dar soluções; precisam desejar liderar projetos e realizar tarefas de alto nível. Por isso, observe criteriosamente seus funcionários e selecione somente aqueles que tiverem essas características.

Lembre-se: gerentes inseguros e infelizes são gerentes ruins. E eles estão destinados às falhas.

[1] Bloomberg Businessweek, 2 de abril de 2009.

Fonte: Hewlett-Packard Development Company, L.P.

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, nos Estados Unidos, estimaram que o mundo consome mais de 9.57 Zetabytes (ZB) de informação anualmente.

Os zetabytes correspondem a 9,570,000,000,000,000,000,000 de bytes (milhões e milhões de gigabytes) processados pelos mais de 27 milhões de servidores espalhados pelo mundo.

Se fossemos transformar esses dados em uma pilha de livros, ela mediria 9 bilhões de quilômetros, considerando cada livro com 4.8 centímetros de espessura contendo 2.5 megabytes de informação.

“A maioria dessas informações tem vida útil extremamente breve: são criadas, usadas e descartadas em poucos segundos antes mesmo de serem vistas por uma pessoa”, cita a pesquisa.

Porém, os pesquisadores afirmam que a quantidade de dados pode ser ainda maior, uma vez que não incluíram no cálculo estimativas de grandes empresas como Google, Microsoft e Yahoo!, que possuem servidores internos próprios.

Os dados coletados pelos pesquisadores é de 2008 e eles afirmam que o carregamento nos servidores aumenta o dobro a cada dois anos.

Fonte: Info Exame

Atitudes que transformaram Steve Jobs em um dos executivos mais admirados da atualidade

Pessoas no mundo todo querem ser como Steve Jobs, empresas querem ser a próxima Apple, mas quem teria a coragem de fazer o que Jobs fez? O co-fundador da Apple, ex-dono da Pixar e criador dos gadgets mais falados dos últimos 10 anos não é um semi-deus como alguns podem pregar, mas é sem dúvida uma das pessoas mais visionárias e corajosas que apareceu no mundo dos negócios nas últimas décadas. E o que mais é preciso para mudar a história além de paixão  e ação?

Há 13 anos, a Apple estava à beira da falência. Então, Steve Jobs reiventou a forma de ouvir música, depois reinventou o celular e encantou o mundo com a magia do iPad poucos anos depois. As pessoas admiram Steve Jobs, mas não agem como Steve Jobs. Aqui estão as principais atitudes — ousadas — que o tornaram o executivo mais admirado da atualidade.

1. Parceria com o concorrente.

Pouca gente sabe, mas se não fosse pela Microsoft, talvez (enfatizo no talvez) a Apple não estivesse aqui. Em 1997, após muitos anos no vermelho, Steve Jobs precisava juntar dinheiro rápido e foi esperto o bastante para procurar Bill Gates. A Microsoft investiu $150 milhões na Apple e foi parceira da marca na Macworld Expo 97. Jobs justificou dizendo: “Isso é pela saúde da Apple, para que ela possa dar grandes contribuições à indústria e voltar a prosperar”. O que, de fato, aconteceu.

2. Colocar sexo nos produtos.

Jobs é um vendedor nato. No início, Wozniak cuidava da engenharia enquanto Jobs tratava de vender e conseguir parcerias. Eu não sei o que ele quis dizer com “sexo”, mas em 1998, Jobs convocou uma reunião e disse: “sabe o que essa empresa tem de errado? Os produtos são uma droga! Não há sexo neles.” O que eu se é que hoje, o design dos produtos Apple levam pessoas ao orgasmo.

3. Criar soluções possíveis para problemas impossíveis.

A Apple é uma indústria, certo? Errado. É também comércio. Tudo começou quando Steve Jobs achou que as lojas de varejo não davam a atenção que os produtos Apple mereciam. Então, ele fez o que na época ninguém fazia: criou lojas próprias. Pode parecer fácil, mas atuar com algo que você não domina, como o varejo, é sempre um grande desafio.

4. Dizer aos consumidores o que eles querem em vez de perguntar.

Ele é famoso por dizer que os consumidores não sabem o que querem até verem um. Sua teoria pôs abaixo um dos maiores mitos do marketing: o de que os consumidores conhecem seus desejos. A Apple não usa grupos de foco, em vez disso diz o que as pessoas querem antes de quererem. Ano passado quando o iPad foi anunciado, as pessoas acharam o produto bobo, e não foi que ele se tornou sonho de consumo?

5. Produtos que funcionam melhor juntos.

A Apple é famosa por favorecer seus próprios produtos. iPod com iTunes, iTunes com iMacs, interação entre iPhones e iPads e iTunes store, etc. A justificativa por trás disso na opinião de Steve Jobs é:  “A Apple está sempre mostrando que a soma das partes é maior que o todo”.

6. Não contratar apenas os melhores.

Como muitos estudiosos da criatividade defendem, a empresa aposta na diversidade da sua equipe. O próprio Steve Jobs atribui parte do sucesso dos Macintosh ao fato de ter funcionários com formação em música, história, zoologia e literatura.

7. Estimular o pensamento diferente.

“Pense diferente” não é apenas o título de uma das campanhas publicitárias mais memoráveis da história, mas é também a filosofia que a empresa se sustenta.

8. Não incrementar demais.

Apenas recentemente os iPods passaram e ter rádio FM e o primeiro iPhone tinha uma câmera péssima. Essa é uma das maiores lições da Apple: você não precisa lançar o produto perfeito, apenas crie algo incrível e antes de todo mundo. “Nós somos absolutamente consumidos pela ideia de criar uma solução que seja muito simples”, disse o designer Jonathan Ive, vice-presidente de design da Apple.

9. Vende sonhos, não produtos

Foi-se o tempo em que Mac OS X era o mais seguro , o mais rápido e o mais estável, mas ficou a imagem de um super produto, uma grande reputação e o melhor design para se ter na sala de casa. As pessoas não compram iMac, iPhones e iPads pelo que eles são, mas pelo que eles representam.

10. Acreditar em si próprio

Steve Jobs disse no seu famoso discurso em Stanford: “Tenha a coragem para seguir o seu coração e sua intuição. Ele, de alguma forma, já sabe o que você quer se tornar”.


Fonte: Pequeno Guru

Quando abre o caderno de economia de um grande jornal, você se sente um ignorante esforçado? Ou é daqueles que pula logo para o de esportes porque já sabe que não vai entender nada mesmo? Não se culpe. Você não está sozinho. É muito grande o número de pessoas que mandam cartas para os jornais queixando-se da dificuldade para entender o noticiário econômico. Não é para menos. Parece até que as reportagens estão escritas em outra língua, esse tal de economês. Só que, se você tem uma empresa, você faz parte do jogo da economia e precisa conhecer suas regras para não ser derrotado na guerra da concorrência. Por isso, não tem jeito: tem que aprender. Neste mundo, o ditado é diferente: quem sabe mais chora menos. Por isso, vale a pena aprender mais. Afinal, é o seu bolso que está em jogo. Um jeito fácil para começar (repito: começar, pois há muito mais para aprender) é assistir ao telecurso Economia Descomplicada.

As 7 lições

Trata-se de um conjunto de sete pequenos vídeos disponíveis na internet, produzidos pelo Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), um centro de capacitação técnico-profissional do Senado, voltado para servidores públicos do poder legislativo, mas disponível para qualquer cidadão gratuitamente.

Com uma duração total de pouco mais de uma hora, os sete programas são bastante didáticos e, até onde a complexidade do tema permite, fáceis de entender e completos. Os temas incluem desde câmbio e política monetária até capital humano e globalização. Eles estão disponíveis para download tanto no site do ILB quanto no YouTube, os links estão abaixo:

Economia descomplicada (Programa 1 de 7)

Economia descomplicada (Programa 2 de 7)

Economia descomplicada (Programa 3 de 7)

Economia descomplicada (Programa 4 de 7 – Parte 1 de 2)

Economia descomplicada (Programa 4 de 7 – Parte 2 de 2)

Economia descomplicada (Programa 5 de 7)

Economia descomplicada (Programa 6 de 7)

Economia descomplicada (Programa 7 de 7)

Fonte: Empreendedores