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"Um canal de interatividade com seus clientes e parceiros."

Você já parou para pensar como é a sua comunicação no ambiente de trabalho? Pois saiba que essa análise pode ajudar a evitar diversos problemas com os colegas, a chefia, os clientes e os fornecedores.

De acordo com o especialista em comunicação verbal e focada em gestão de pessoas, Reinaldo Passadori, as empresas têm buscado profissionais competentes na comunicação, principalmente na verbal.

Ele afirma ainda que, para ter uma comunicação eficiente, é necessário que os profissionais façam uma reflexão sobre a forma que interpretam os fatos, como compreendem o próximo e como tratam as pessoas.

Erros de comunicação
Para melhorar a comunicação no ambiente corporativo, é necessário evitar alguns erros. Confira abaixo os sete principais pecados na comunicação que foram listados por Passadori:

1. Apatia: o contrário é a empatia, que nada mais é do que a capacidade de se colocar no lugar do outro, compreendendo o nível sociocultural e o temperamento. Ser empático é ser generoso com o outro. Com voz serena, mas firme, pode-se articular palavras com calma, confiança, polidez, o que torna a comunicação mais atraente.

2. Insegurança: profissionais inseguros geralmente se comportam de maneira agressiva, o que pode causar medo e intimidação. Quem se conhece verdadeiramente detém o controle de seus atos, gestos e palavras. Uma pessoa assertiva defende suas ideias e direitos e, ao mesmo tempo, procura aceitar os dos outros, o que deve ser feito!

3. Impaciência: quando se é impaciente, é difícil ensinar e aprender, já que não há espaço para a observação e o intercâmbio de informações. Uma postura sábia requer dar o tempo de maturação necessário aos acontecimentos e também tomar decisões firmes de forma serena, sem ‘atropelos’.

4. Incoerência: é a diferença entre falar, defender uma ideia, valores ou posição e não seguir os discursos e as ideias apregoados. Esse comportamento desperta desconfiança e descrédito, pois as pessoas acreditam que a qualquer momento o incoerente poderá mudar de lado, sem se importar com os desdobramentos das suas atitudes.

5. Prolixidade: ser excessivamente longo, cansativo e entediante numa conversa ou texto é um dos maiores pecados da comunicação. Geralmente, o prolixo não reconhece que sua expressão é confusa, cheia de palavras repetidas ou sem um significado importante e que os ouvintes não prestam atenção justamente pela falta de objetividade.

6. Ignorância: falta de conhecimento, sabedoria e instrução sobre determinado tema, ou mesmo acreditar em algo falso, não tendo discernimento. Saber que existe mais conhecimento e profundidade em um assunto, porém, não buscar isso. Fazer pouco caso da importância do saber, e agir como se não precisasse do outro.

7. Arrogância: caracteriza a falta de humildade, alguém que não deseja ouvir, aprender algo que não saiba ou estar no mesmo nível do seu próximo. Contraposta, a humildade é uma das qualidades mais difíceis de exercer. Porém, humilde não significa ser fraco perante a posição que ocupa. Pode-se nascer com essa característica ou trabalhar para adquiri-la. A humildade é saber ouvir, sem passar por cima do outro, é ser reverente e ter conhecimento exato do que não se é.

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Autor: InfoMoney
Por: Karla Santana Mamona

Abri minha empresa respeitando todas as exigências legais. Contratei funcionários capacitados, negociei com bons fornecedores, fixei meus preços de forma adequada, analisei meus clientes, meus concorrentes, estudei o mercado em que irei atuar e o local onde meu estabelecimento se situa, enfim, será que estou no caminho certo para alcançar o sucesso?

Parabéns, claro que sua empresa está no caminho certo para o sucesso! E exatamente por sua empresa estar neste caminho acertado é que você deve começar a pensar na construção da sua marca.

O que é uma marca:

Marca é o sinal, imagem, nome, símbolo que liga um produto ou serviço a uma empresa. Simples, não é mesmo.

O seu registro é efetuado pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI. As orientações sobre os procedimentos necessários para a realização do registro de uma marca encontram-se disponíveis no site.

Este serviço de registro pode ser feito pelo próprio interessado ou por terceiros. Entretanto, o nosso foco aqui não está simplesmente no registro de uma marca, mas sim no seu processo de construção.

Mas por que tenho que ter uma marca?

Ter uma marca significa ser lembrado por seus consumidores. No caso em análise, de que vale todo o esforço para ter uma excelente empresa se na hora em que o consumidor precisar de um dos produtos ou serviços por ela oferecidos ele simplesmente não se lembrar dela?

É isto que significa construir uma marca. É ser lembrado, diferenciado e preferido por quem te interessa, ou seja, por sua clientela.

E construir uma marca não é só escolher um nome disponível e registrá-lo?

Não, na verdade a construção de uma marca envolve muito mais do que a simples escolha de um nome ou símbolo e de seu registro junto ao INPI.

A construção da marca envolve, também, a análise dos aspectos mercadológicos envolvidos tais como: criação do desenho da marca; compatibilidade com os produtos e serviços oferecidos pela empresa; nome utilizado como marca ser de fácil pronuncia; nome e símbolo que eventualmente representem a marca sejam de fácil memorização pelos consumidores, entre outros.

Além disso, para a construção de uma marca de sucesso é necessário ainda investir na identidade visual do estabelecimento, que vai desde as cores da fachada até o interior do próprio estabelecimento, incluindo seus móveis, equipamentos, instalações.

Tudo isso está envolvido com a construção da minha marca?

Sim, tudo isso, além é claro do estabelecimento de um padrão de qualidade dos produtos e serviços com os quais você irá trabalhar e, também, o investimento na qualidade do atendimento de seus consumidores.

Como nem todas as micro e pequenas empresas têm os recursos financeiros para a contratação dos serviços profissionais necessários para a construção da sua marca, aconselhamos os empresários interessados a utilizarem os serviços e produtos do SEBRAE que, com toda a certeza, irão ajudar muito sua empresa nesta missão.

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Boris Hermanson
Consultor Sebrae-SP

Onde estão as grandes oportunidades na cadeia produtiva de petróleo e como as pequenas e médias empresas podem aproveitá-las

Habilite sua empresa

1 – Que produtos e serviços estão sendo mais procurados?

Somada às demandas atuais do setor, a exploração de novos poços aumentou a procura por praticamente tudo – de tecnologias de perfuração para grandes profundidades a serviços de jardinagem para novos prédios de escritórios.

2 – Além de empresas de petróleo, que outras companhias têm interesse no que as pequenas e médias empresas podem fornecer?

Companhias de toda a cadeia produtiva – sobretudo fornecedores de equipamentos e serviços para plataformas, estaleiros, refinarias e distribuição. Elas também precisam de uma lista enorme de insumos e serviços vendidos por pequenas e médias empresas, como limpeza, uniformes e até material de escritório.

3 – É preciso ter um valor mínimo de faturamento para ser fornecedor da Petrobras?

Não. Mas é necessário comprovar que será possível atender às encomendas no prazo. Também é necessário estar em dia com impostos e atender a uma série de outras exigências. Muitas vezes, um técnico da Petrobras visita a empresa para ver as instalações. Dos 50 000 fornecedores diretos da Petrobras, perto de 20% têm até 99 empregados e faturamento anual de 1,2 milhão de reais.

4 – Fornecer à Petrobras é o melhor caminho para entrar no setor?

Não necessariamente. Embora a maior parte dos investimentos e da demanda no setor venha da Petrobras, existem 76 empresas com licença para explorar petróleo no Brasil.

5 – Como ser encontrado pelas empresas do setor?

A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) mantém uma lista com mais de 2 000 fornecedores, dos quais 60% são pequenos e médios. A relação é consultada pela Petrobras e por outras operadoras, como Shell e Chevron, por seus fornecedores e por fornecedores desses fornecedores. Em parceria com o Sebrae, a Onip organiza encontros e dá orientações sobre como as pequenas e médias empresas devem se preparar para atender aos critérios rígidos exigidos pela cadeia.

6 – Quais são as principais demandas do setor?

É possível agrupá-las em quatro grandes grupos – mão de obra qualificada, serviços de logística, informação especializada e novas tecnologias. Para cada um há uma extensa lista de serviços e produtos que podem ser supridos por pequenas e médias empresas. Exemplos: Mão de obra – uniformes, capacetes e outros equipamentos de proteção, serviços especializados para pintura de estaleiros, montagem industrial, manutenção de caldeiras, oleodutos, gasodutos e barcos, consultoria em recursos humanos, treinamento para trabalhos em áreas confinadas e aulas de confeitaria para padeiros das plataformas, entre muitos outros serviços. Serviços de logística – transporte por barcos e helicópteros, vans e micro-ônibus, apoio para recepção de funcionários e executivos em aeroportos, softwares para escolha de rotas, serviços de manutenção, monitoramento de aviões e helicópteros. Informação especializada – estudos de composição de terrenos, averiguação e monitoramento de fauna marinha, estudos de contingência para derramamentos de óleo, incêndios e outros riscos. Novas tecnologias – desenvolvimento de materiais resistentesa alta pressão e variação de temperatura, simuladores para operação de equipamentos pesados.

7 – Há incentivos para as pequenas e médias empresas participarem da cadeia?

Sim. Agências de fomento, como a Finep, e o BNDES têm programas e linhas especiais de crédito (veja a lista no Portal EXAME PME: www.exame.com.br/ pme). Há, além disso, políticas de incentivo à indústria nacional. Para disputar as concessões dos blocos de exploração, as operadoras têm de contratar no mínimo 37% de empresas nacionais. A Petrobras compra 65% de insumos e de serviços de empresas brasileiras.

8 – Ainda dá tempo

de aproveitar tudo isso? Sim. Os especialistas dizem que a demanda continuará bastante aquecida durante os próximos cinco anos, pelo menos. Mas é preciso agilidade, pois a concorrência também tende a aumentar. Além disso, há um programa de pontuação da Petrobras que favorece os fornecedores mais antigos.

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Raquel Grisotto e Carolina França,
de EXAME PME

No marketing temos a oportunidade de tocar vários universos. A área da pesquisa, o relacionamento humano, a gestão, a criatividade e mesmo a vertente jornalística fazem parte do dia-a-dia do marketing.

Nos dias atuais o binômio Qualidade / Sucesso nem sempre é perfeito, mas o empresário que acreditar, sobretudo na busca incessante por conhecimento, na excelência, na formação constante, no trabalho em equipe, na inovação, na criatividade e no relacionamento humano conseguirá entender e usar as várias formas de se comunicar com os consumidores.

Percebo que a forma de se comunicar com os consumidores está mudando tão rapidamente que está indo muito além dos formatos da mídia clássica. Portanto é fundamental às marcas buscar formatos inovadores, impactantes e eficazes no contato e fidelização dos consumidores.

Acredito que a versatilidade é a palavra chave que vai permitir desenvolver estratégias criativas para se comunicar com este consumidor que muda rapidamente os seus hábitos.

É difícil fazer futurologia, mas eu diria que existem áreas chave para a evolução do marketing. Uma das áreas chave é a utilização das novas tecnologias – (web, celular, uso dos canais de tv digital) – e o suporte fundamental que as mesmas poderão dar ao Marketing no relacionamento com os consumidores.

Outra área chave é a ligação entre as áreas de pesquisa e desenvolvimento de produtos com marketing e vendas, onde ambas têm de apontar na mesma direção e contribuir para o crescimento, apostando em inovação, desde que relevante para o público-alvo, sem perder o contato com a realidade e antecipando tendências que se mostrem importantes para empresa.

Para que isso ocorra é fundamental estar atento, perceber a sociedade, antecipar mudanças e preparar, através da inovação constante, novos formatos de comunicação e novas áreas de negócio.

Embora não acreditando em “receitas para o sucesso”. Acredito, sobretudo no conhecimento e na sua constante busca, na formação, no trabalho em equipe, na dedicação, na inovação, na criatividade e na versatilidade de encontrar novas formas de se comunicar com o mercado, mantendo sempre o bom relacionamento humano.

É aí que está a diferença!!

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José Carmo Vieira de Oliveira
Consultor – Sebrae-SP

A preocupação constante, do empresário moderno, é de oferecer sempre produtos e serviços com altos índices de qualidade. Ser competitivo é ter qualidade nos produtos e/ou serviços, e bons preços. O parâmetro para saber se uma empresa tem competitividade, instaura-se no confronto com outras empresas similares existentes em diferentes regiões.

Com o mercado cada vez mais aberto, outras empresas com produtos iguais, mas com melhores condições de preço e qualidade podem, a qualquer momento, vir a competir numa determinada região. Não basta pensar, somente, no mercado regional. É importante a empresa ter qualidade no âmbito nacional. Portanto, é preciso cada vez mais ter “qualidade total” e estar preparado para a competição global.

A tendência das empresas é de personalizar cada vez mais os seus produtos, dirigindo-os para segmentos específicos do mercado – os “nichos” – e isto requer uma comunicação mais aberta com o cliente, utilizando conceitos e linguagem que o cliente conhece. Ou seja, ela tem que ser direta e ajustada ao seu público-alvo. A responsabilidade social na preservação do meio ambiente, e os próprios efeitos do consumo de seus produtos na saúde de seus clientes, também são fatores que revelam a competitividade e sem dúvida, terão peso nas decisões do empresário.

Pensar nas parcerias, franquias e terceirizações são algumas das formas mais freqüentes de manter a competitividade. Aliado a tudo isso, praticar permanentemente os “padrões de qualidade e conformidade”. É primar pela retidão de princípios em suas relações com os seus públicos interno e externo. É a prática da ÉTICA acima de tudo.

A responsabilidade social do empresário é cobrada em termos de oferecer produtos e serviços com qualidade e bons preços, de buscar novas formas de relação com o governo e a sociedade, de pagar os impostos, e contribuições, de manter funcionários registrados com salários justos. Em síntese, podemos afirmar que a competitividade deve ser entendida como sendo a capacidade da empresa gerar lucros ou maior lucro, pelo maior período de tempo possível, neutralizando as ameaças dos seus concorrentes. – É ter: “Foco no cliente e no mercado”!

Parafraseando o filósofo que disse, “Conheça-te a ti mesmo”, recomendamos como primeiro mandamento de uma administração competitiva, a reflexão sobre sua própria empresa. Isto é, fotografia e radiografia, ampliadas, em todos os ângulos, a cores e com a animação e o dinamismo reais, exemplificando a forma como o empresário vê sua empresa, e como ele respira e transpira com ela em relação ao mercado (clientes, fornecedores e concorrentes). Conhecer o ambiente interno da empresa e avaliar o que ocorre no ambiente externo, é o primeiro passo a ser dado.

No que tange ao âmbito interno, é preciso conhecer as FORÇAS (pontos fortes) e as DEBILIDADES (pontos fracos).

Forças: são os pontos fortes, ou seja, as situações internas controláveis pela empresa, atividade ou setor, que favorecem a sua ação frente às Oportunidades e Ameaças. É preciso saber explorá-las. É preciso saber como “tirar proveito”. Alguns exemplos:

- estratégia de marketing bem definida;
- conquista da fidelidade da clientela;
- comunicação eficaz com o mercado; imagem positiva da empresa;
- mix de marketing claro, quanto ao produto ou serviço, preço, propaganda, promoção e distribuição;
- tecnologia atual;
- localização adequada;
- parceria com fornecedores;
- programa de qualidade total efetiva e ênfase na produtividade;
- operação com capital próprio e uso eficiente do capital de terceiros;
- reinvestir os lucros;
- baixa imobilização de capital;
- endividamento sob controle;
- capitalização da empresa;
- estrutura societária sem conflitos, com sócios dedicados;
- gestão inovadora nos negócios;
- estilo gerencial participativo; equipe altamente motivada e envolvida com os objetivos e metas da empresa.

Debilidades: são os pontos fracos, ou seja, as situações internas controláveis pela empresa, atividade ou setor, que desfavorecem a competitividade frente às oportunidades e ameaças. É necessário corrigir e melhorar com muito profissionalismo e não permitindo que as emoções e as vaidades encubram deficiências. Alguns exemplos como referência:

- falta de experiência empresarial anterior;
- falta de competência gerencial;
- desconhecimento do mercado e desconhecimento do produto;
- falta de qualidade nos produtos ou serviços;
- localização inadequada do imóvel, por questão de economia – aluguel mais barato;
- relação conturbada com fornecedores e clientes;
- tecnologia superada;
- imobilização excessiva em ativo fixo, e/ou estoques;
- política equivocada de créditos aos clientes; inadimplência;
- falta de controle de despesas e gestão financeira;
- estrutura organizacional centralizada;
- ausência de sistema de planejamento e informações gerenciais;
- influências negativas do ambiente, como vícios de usos e costumes devem ser ampla e constantemente avaliados e conseqüentemente extirpados da empresa;
- valores e preconceitos do empresário tais como: times de futebol, preferências por partidos políticos, de cor, origem ou religião, superstições, música, fragrâncias e tonalidades, não podem contagiar a Pessoa Jurídica.

Quanto ao ambiente externo, é necessário conhecer quais são as AMEAÇAS e as OPORTUNIDADES que estão rondando o seu negócio. É estar atento ao que ocorre no “mundo lá fora”.

Ameaças: são os riscos provenientes do meio externo, que criam obstáculos à ação da empresa, atividade ou setor e devem ser neutralizados.

Oportunidades: são possibilidades do meio externo à empresa, atividade ou setor, que favorecem a sua ação, se forem aproveitadas durante sua vigência.
Dessa forma, o empresário poderá visualizar o que pode interferir positiva ou negativamente em seus negócios, e aí sim, passar para a fase mais nobre dentro do conceito da administração de negócios, que é PLANEJAR.

Planejamento: é o processo que leva ao estabelecimento de um conjunto coordenado de ações, visando à consecução de determinados objetivos.

1- Planejamento Estratégico

É o processo que visa determinar, em termos de futuro, os objetivos e metas da empresa. Assim como, desenvolver padrões e políticas por meio das quais os objetivos serão alcançados, sempre baseados em informações do ambiente interno e externo. Sugere-se isto para empresas existentes, servindo como um guia para o redirecionamento empresarial e avaliação de oportunidades. Exemplo: a empresa estará presente apenas no mercado regional? Irá concentrar esforços para competir no mercado internacional? De que forma? Irá desenvolver novos produtos? Qual estrutura necessária? Investimentos em novos equipamentos?

Estratégias para o Planejamento Estratégico

Objetivo: Demonstrar a importância do Planejamento Estratégico, e propor um esboço simplificado de como se estrutura tal instrumento, como a seguir elencamos:

a) Estabelecimento de Objetivos e Metas:

O ponto de partida no Planejamento Estratégico é a definição, de forma clara, de quais são os objetivos e metas a serem atingidas e em que tempo. Objetivos são os resultados que a empresa pretende atingir como um todo, dentro de um prazo previamente estipulado. Exemplos:

- aumentar em 30% a produção do produto “X” nos meses de julho até dezembro;
- ampliar as vendas do produto “Y” em 20% no mercado nacional, durante o próximo ano;
- consolidar uma imagem de liderança tecnológica, junto aos clientes e a concorrência nacional, num prazo máximo de 5 anos.

Os objetivos e metas podem ser delineados para: curto, médio e longo, prazos.

b) Análise dos recursos:

Todo empreendimento exige a aplicação de recursos e nesta fase, o empresário deverá analisar o que dispõe e o que precisará dispor para atingir os objetivos definidos. Torna-se imperioso avaliar cuidadosamente os recursos: humanos, tecnológicos, materiais, financeiros. É decidir sobre o que tenho e o que deverei ter para chegar aos meus objetivos.

c) Estratégias:

São as definições dos meios a serem seguidos para se atingir os objetivos. Representam as opções / alternativas escolhidas para operacionalizar estes objetivos. Exemplos:

1- Objetivo: aumentar em 30% a produção do produto “X” nos meses de julho até dezembro; Estratégia:
- contratar pessoal temporário;
- trabalhar em 2 turnos (diurno e noturno);
- terceirizar parte da produção.

2- Objetivo: ampliar as vendas do produto “Y” em 20% no mercado nacional, durante o próximo ano; Estratégia:
- diversificar clientes;
- colocar o produto no mercado do Norte e Nordeste do país;
- contratar representantes comerciais nas capitais dos estados do Norte e Nordeste do país.

3- Objetivo: consolidar uma imagem de liderança tecnológica junto aos clientes e a concorrência nacional, num prazo máximo de 5 anos. Estratégia:
- implantar sistema de qualidade;
- obter certificação da ISO 9000;
- modernizar a fábrica em termos de máquinas e equipamentos;
- redefinir os processos de produção.

d) Plano de Ação:

Um Plano de Ação deverá conter os seguintes pontos:

- objetivo: descrição do objetivo a ser alcançado;
- estratégia: relacionar todas as estratégias que estão relacionadas ao objetivo citado;
- ação: mencionar cada uma das ações que deverão ser adotadas para implementar as estratégias;
- tempo/prazo: especificar o período de duração de cada uma das ações a serem desenvolvidas através de um cronograma de ações;
- responsabilidade: definir quem é o principal responsável pela implementação/execução de cada uma das ações estabelecidas;
- recursos necessários: identificar quais os recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros necessários para a consecução de cada uma das ações estabelecidas.

d) Avaliação:

São as “medições” realizadas através dos controles operacionais, que avaliam os resultados das ações executadas em conformidade com o planejado.

e) Revisão e atualização:

É preciso passar da intenção à ação, pois planos somente no papel não são de grande valia. É preciso executá-los para se atingir os objetivos. Os planos não são e não podem ser inalteráveis ou inflexíveis. Portanto, havendo mudanças nas premissas e nas condições previstas, é preciso ser rápido e rever tudo o que foi planejado. É importante atualizá-los, para adaptar-se às novas mudanças e/ou exigências do mercado.

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Fonte: website Sebrae SP
Consultoria Sebrae SP

15 dicas para não errar no ponto de venda

1 – Sucesso x Fracasso

Uma boa localização pode representar uma grande variação no volume de negócios e ser determinante entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento.

2 – A importância do “P” de ponto

A questão da localização não pode ser dissociada dos outros componentes do marketing. Considerando os 4 PS, deve-se buscar a coerência entre o PONTO (localização), o PREÇO, o PRODUTO e a PROMOÇÃO. O P de Ponto tem caráter de vida longa, enquanto os outros “Pês” podem sofrer ajustes e serem reorientados de forma tática mais facilmente.

3 – Ponto ideal

O ponto ideal é o que fica mais próximo do seu público-alvo e que mais se ajusta à proposta do negócio. Uma loja que não atenda a essas características requer investimento de muito tempo e dinheiro para garantir a sua presença no mercado.

4 – No caminho do cliente

“O bom ponto é aquele que fica no caminho do cliente”. É preciso analisar o traçado das ruas e avaliar se o trânsito é compatível com a atividade. Grandes avenidas com retornos e estacionamentos proibidos afastam o comprador. De modo geral, vias movimentadas adaptam-se a compras por impulso e as mais calmas à venda de produtos especializados.

5 – Facilidade de acesso

O sucesso também depende da facilidade de acesso. “Uma padaria, por exemplo, deve instalar-se no sentido centro-bairro, para que as pessoas possam estacionar na volta para casa”.

6 – Aspectos legais

No caso de imóveis usados é bom avaliar se a área permite a montagem de uma loja e se a reforma é viável do ponto de vista arquitetônico e financeiro. Procure informar-se detalhadamente sobre as limitações para a construção.

7 – Lojas em shopping

Lojas em shopping centers pedem uma análise do perfil do público, do mix de empresas e das exigências impostas pela administração. “Uma ótima idéia em local inadequado não vinga”.

8 – População – Considere os seguintes itens:

- Verificação da renda da população
- Consumidores em potencial
- nível de hábitos e comportamento de compra
- locais onde realizam suas compras
- grau de fidelidade com estes locais
- freqüência
- motivos que os levam até os locais
- quais pontos fortes e fracos destes locais.

9 – Concorrência – Agumas explicaões necessárias:

- A concorrência, neste momento, deve ser avaliada em razão das suas estratégias de localização, isto é, deve ser entendido para onde tem sido geograficamente, a expansão, ou mesmo fechamento, das lojas dos seus principais concorrentes.

- Cabe destacar também que aquilo que às vezes parece “ser” mas não é de fato. A proximidade de lojas com produtos semelhantes – concorrentes diretos – é benéfica para vários segmentos do varejo.

Exemplo em São Paulo:

- Rua da Consolação com comércio de luminárias
- Rua Florêncio de Abreu com ferragens e ferramentas
- Rua Santa Ifigênia com Material eletrônico
- Rua 25 de março Comércio de tecidos
- Rua São Caetano com Vestidos de noivas
- Bairro dos Campos Elíseos com Comércio de auto peças.

10 – O Imóvel – Considere:

- Indique a área ideal para sua loja em m2. ……………..
- O imóvel tem ………………… m2.
- Térreo é melhor que sobrado ou prédio
- Fachada livre para ser explorado visualmente – sem postes, árvores, etc.
- Salão fácil de ser dividido para encaixe da planta de sua loja
- Imóvel limpo, arejado, com pintura nova
- Bem iluminado internamente
- Não deve ser área considerada perigosa no período noturno
- Com bom fluxo de pessoas em frente a loja

11 – Projeto da loja

“O objetivo do projeto deve ser vender, não ganhar prêmios”.

Projetar uma loja implica na seleção de várias informações:

- área total,
- volume de mercadorias,
- apresentação,
- público-alvo,
- tipo de expositores,
- iluminação,
- espaços para circulação,
- acesso e
- vitrine.

12 – Pensar como investimento

Pense no projeto como um investimento e não apenas como mais uma despesa para embelezar o local. Escolha o projetista por sua experiência e não apenas por seus valores estéticos.

13 – Ser funcional

Um projeto deve ser funcional e atraente para provocar impacto da fachada ao interior do espaço. Funcionalidade se obtém com uma boa distribuição da área, respeitando-se a circulação do cliente e a exposição dos produtos. Já o impacto visual é garantido pela decoração e coordenação dos elementos.

14 – Qualidade é fundamental

O critério na escolha dos materiais e da mão-de-obra refletirá na percepção de qualidade dos produtos vendidos. “Um bom design pode substituir detalhes rebuscados, mas mesmo as soluções mais simples precisam ser muito bem acabadas”, avisa o arquiteto José Humberto de Oliveira.

15 – Identificação com o público-alvo

O objetivo deve ser o de criar ambientes que estabeleçam uma identidade com seu público-alvo. “Ninguém escolhe uma loja por acaso. O consumidor vai a busca de um conceito e é isso que o projeto deve refletir.

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Autor: José Carmo Vieira de Oliveira
Consultor – Sebrae-SP

O artesanato do Rio Grande do Sul na Paralela Gift

Idealizado, desenvolvido e administrado pela agência Net28 para ser referencia dos consumidores que buscam os profissionais dos serviços de cabeleireiros, salões de beleza, clínicas de estética, spas, maquiadores e maquiladores, esteticistas, manicures e pedicures, fisioterapeutas, massagistas, academia de ginásticas e demais profissionais dos serviços da beleza do corpo.

Portal A Vitrine da Beleza

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Portal A Vitrine da Beleza: “Quem está aqui… faz negócios. Traga sua marca!”

Num ponto de venda é essencial criar estímulos aos potenciais clientes. Daí, que a atmosfera geral deva ser aproveitada como meio de chamar a atenção. Saiba como evitar alguns dos erros mais comuns.

1. Descuidar da vitrine

A vitrine deverá ser transformada num permanente convite. Colocar uma espécie de cada um dos produtos, num amontoado confuso, é um erro muito comum. A vitrine não é um catálogo. Pense como se fosse um consumidor: uma vitrine clara, em que se perceba o que é vendido com duas ou três mensagens claras como os de promoção, novidade, exclusivo, por exemplo.

2. Iluminação deficiente

É desagradável entrar numa loja que se encontra em ambiente de autêntica penumbra. É, certamente, uma péssima primeira impressão. Também o será se, ao entrar, o cliente tiver a sensação que levou com um flash nos olhos, tal a intensidade da luz. No equilíbrio está a virtude, e esse equilíbrio será diferente em cada caso e para cada tipo de produtos ou serviços que se pretende vender.

3. Não cuidar da temperatura

Um ponto de venda deverá sempre procurar reter durante o máximo de tempo possível os clientes no seu interior. Se não investir num sistema de refrigeração adequado, poderá deparar-se com situações em que no interior do seu estabelecimento esteja mais quente do que no exterior, o que é um convite à saída…

4. Cores desajustadas

Não chocar, nem ser agressivo ao escolher as cores base do seu ponto de venda são decisões extremamente importantes. As cores fazem parte de todo o ambiente. E, certamente, você quer um ambiente agradável e facilitador dos contatos e das vendas. Cores que distraem a atenção do cliente é um erro. Mas também a ausência de cor ou cores demasiado deslavadas, “anônimas”, dá certo desconforto, por isso precisam ser evitadas.

5. Não utilizar de simpatia

Evite perguntas como:

- Deseja alguma coisa?
- Posso lhe ser útil?

Pois, se o cliente entrou no seu ponto de venda, certamente, deseja alguma coisa, nem que seja uma informação. Não se irrite com as perguntas tolas, procure entender que o cliente possa ter dificuldade em explicar e seja sempre prestativo, nem que seja para chamar um táxi ou para indicar uma rua. Lembre-se que o mais importante é segurar o consumidor e deixar a sensação de que valerá a pena retornar àquele estabelecimento.

6. Layout inadequado

Ao entrar no ponto de venda, o cliente tem que perceber, automaticamente e com facilidade, onde é o atendimento e onde estão expostos os artigos. Evite aquelas disposições de espaços nas quais não se sabe bem onde começa o expositor e o estoque, ou onde apenas a pessoa do atendimento é capaz de discernir onde está o produto, levando o cliente a ter de contatar sempre com ela. Neste caso, perderá o cliente ocasional, que entra para dar “uma olhadela”. Este sairá de imediato, pois não percebe nada que lhe interesse, unicamente devido à disposição interior do ponto de venda.

7. Dar informações erradas

Se, na vitrine, há uma mensagem de desconto, cujo prazo já está acabado, o cliente que se interessou por ela será perdido. É também um erro grave dar informações diferentes daquelas que estão indicadas na etiqueta ou no folheto técnico. Os clientes, mais cedo ou mais tarde, tomarão consciência de que houve engano e o prejudicado será sempre o ponto de venda. A má e a boa fama vivem, muito, do “boca-a-boca”, e um erro desses pode atingir gravemente o seu negócio.

8. Não renovar regularmente a imagem geral

Uma vez ganho o cliente, a sensação de que a loja está sempre na mesma – no sentido da decoração, vitrine e produtos expostos -, certamente, não ajuda a atrai-lo e fazê-lo voltar, pois este já sabe que não encontrará nada de novo. Uma “remodelada”, de vez em quando, pode estimular a atração de novos clientes e levar os consumidores habituais a interessarem-se pelas novidades.

9. Não cuidar dos estoques

Se alguns produtos não têm a saída esperada, não os deixe ir amontoando indefinidamente. Isso, certamente, dará um ar de imobilismo, que deve ser evitado, além de poder trazer problemas de espaço e de arrumação. Vale tentar “desová-los” com descontos ou saldos. Pelo menos, sempre salva alguma coisa e o prejuízo será menor, podendo, além disso, ganhar clientes para melhores ocasiões.

10. Descuidar da formação do pessoal

Dá péssima impressão um vendedor apenas saber o preço do produto que o cliente deseja e desconhecer as suas características e seus principais benefícios. A formação do pessoal é uma necessidade óbvia, em termos de qualidade de atendimento, capacidade de informação e técnicas de vendas, fatores que poderão proporcionar melhores resultados.

“Muitas vezes não se vende. O cliente é que compra”. Esse talvez seja, ainda hoje, um dos um dos principais erros nos pontos de venda. É um erro também muito comum não olhar as práticas e estratégias da concorrência, retirando dali os ensinamentos positivos que se poderão aplicar no nosso ponto de venda. A diferenciação, a atenção ao cliente, toda a questão do espaço de venda são também fatores que não podem ser descuidados.

Aquilo que chamamos merchandising – que abarca conceitos e práticas que vão desde o vitrinismo ao layout dos espaços interiores, às cores, entre outros -, são aspectos ainda muito descuidados no comércio atual.

O atendimento é ainda o fator que faz a grande diferença. “O prazer em receber, a atenção ao cliente e a simpatia são os elementos que nos cativam como consumidores, mas que tantas vezes estão ausentes de grande parte dos pontos de venda”. Daí que a grande aposta deverá ser o reforço nestes componentes, principalmente através da formação do pessoal.

Nota-se já, sobretudo entre os mais novos, uma nova imagem do comércio, fruto da aposta no profissionalismo e na adoção de tecnologias que potencializam os resultados positivos, e que têm estado ausentes do comércio em geral, basicamente dos pequenos pontos de venda.

José Carmo Vieira de Oliviera
Consultor – Sebrae-SP

O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Rio Grande do Sul (SEBRAE/RS) adquiriu estandes em importantes feiras regionais do Estado onde se inclui a 84ª  Expofeira de Pelotas e está disponibilizando os espaços para micro e pequenas empresas com desconto de 50% .

Serão disponibilizado 22 stands ao custo de R$ 162,00 (cento e sessenta e dois reais) . vejo o quadro

Feira Período Local Valor total
por estande*
Valor a pagar
por estande
Qtd. de
estandes
Expofeira 05  a 12 de outubro Pelotas R$ 324,00 R$ 162,00 22

* Valor correspondente à área do estande e montagem básica (paredes divisórias, revestimento em carpete, iluminação e testeira com identificação da empresa).

Os interessados em receber o apoio do Sebrae/RS para participação na 84ª Expofeira de Pelotas deverão preencher formulário específico de cadastramento no site do SEBRAE www.sebrae-rs.com.br . Após o preenchimento do cadastro o Sebrae/RS entrará em contato para confirmar a disponibilidade de vaga, interesse na participação e obter dados cadastrais complementares.

Os estandes seguem o modelo padrão de cada feira (área de 9m2), com montagem básica, ficando sob responsabilidade do empresário a organização do espaço e a contratação de itens complementares (ex. mobiliário), além do pagamento de 50% do valor do estande.

Importante: Vagas limitadas.. O atendimento dos pedidos de apoio seguirá o critério de ordem de cadastramento, com base na data e hora registradas em sistema. O valor referente à contrapartida da empresa (50% do valor do estande) deverá ser pago até 20 dias antes da data de início da feira. Apoio concedido somente para micro e pequenas empresas com CNPJ ou código de produtor rural.

Porte Setores Nº Funcionários
ME (microempresa) Indústria Até 19 empregados
Comércio/Serviços/Agropecuária Até 9 empregados
PE (pequena empresa) Indústria 20 a 99 empregados
Comércio/Serviços/Agropecuária 10 a 49 empregados


Para obter maiores informações, entre em contato pelo telefone (51) 3216-5142.

Feira

Período

Local

Valor total
por estande*

Valor a pagar
por estande

Qtd. de
estandes

Expofeira

05 a 12 de outubro

Pelotas

R$ 324,00

R$ 162,00

22