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Ter uma empresa é o sonho da maioria das pessoas. Conciliar vida pessoal e profissional, tirar férias quando quiser, determinar seus próprios horários… Por outro lado, ser responsável pelo sucesso de um negócio pode ser uma experiência solitária, enquanto abrir mão da segurança financeira de ter um emprego pode ser mais difícil do que você imagina.

Embora seja nítido o crescimento das micro e pequenas empresas no Brasil, sabe-se também que muitas delas não sobrevivem aos primeiros anos de vida, em razão da competição do mercado e, sobretudo, à falta de orientação adequada para a condução do empreendimento. Dados do Sebrae mostram que pelo menos 60% das MPEs morrem antes de completarem cinco anos de atividade.

Por este motivo, um ponto fundamental é avaliar, antes de tomar qualquer atitude, se você tem o perfil adequado, o famoso “tino empresarial”, para montar seu próprio negócio e enfrentar o caminho tortuoso que, se bem conduzido, poderá levá-lo ao sucesso.

Você está preparado para se dedicar integralmente?
Quanto mais o empresário se dedica ao seu negócio, maior a rentabilidade da empresa. A afirmação se baseia em estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que constatou que o lucro da empresa aumenta em 1% para cada hora a mais que o empresário trabalha.

Também é importante estar focado nas atividades da empresa: quem quer fazer muitas coisas ao mesmo tempo acaba não fazendo nada direito. O mesmo estudo constata que o resultado de uma empresa administrada por um empresário que se dedica a outras atividades fora a empresa é até 9% menor do que o resultado das empresas que contam com a dedicação integral do empresário.

Se você não está preparado para abrir mão de ter um horário específico de trabalho, é bom pensar duas vezes antes de abrir o seu negócio, pois o ditado “é o olho do dono que engorda o gado” parece ser bastante verdadeiro quando se trata de administrar um negócio próprio.

Como você se relaciona com as pessoas?
Muitas pessoas acreditam que basta ter conhecimento técnico do produto, ou serviço, para ter sucesso nos negócios. Mas não é bem assim. Ainda que o conhecimento do ramo de atividade da sua empresa seja importante, você depende de outras pessoas para manter as portas do seu negócio abertas e é preciso saber se relacionar com elas.

Além disso, para vender não basta conhecer o produto, é preciso conseguir convencer o seu cliente. Não estamos falando de conhecimentos de marketing ou vendas, mas simplesmente capacidade de se comunicar e relacionar com os outros. Tente avaliar se você se relaciona bem com outras pessoas. Lembre-se que boa parte do seu dia envolverá a administração de pessoal, sejam eles funcionários, clientes ou fornecedores. É preciso ter muito jogo de cintura para administrar interesses distintos.

Esteja aberto a sugestões de terceiros. Pois, por mais experiente que você seja, muitas vezes você está tão envolvido com o assunto que não vê ele como realmente é. Ser bom ouvinte faz parte da sua capacidade de se comunicar e relacionar com os outros.

Sabe gerenciar bem seu dinheiro?
É claro que, para iniciar um negócio, você precisará de capital. Portanto, é preciso entender qual a sua capacitação no que se refere ao gerenciamento financeiro de contas. Como indivíduo, você sabe gerenciar seu dinheiro ou é daqueles que estão sempre pagando as contas em atraso, e entrando no limite do cheque especial, porque não se planejaram direito?

Se você não conta com dinheiro suficiente para abrir seu próprio negócio, é possível levantar um financiamento. Neste caso, você deve dedicar algum tempo à elaboração de um plano de negócios, de forma a facilitar a liberação dos recursos. Mais ainda, ao elaborar este plano, você poderá se assegurar que o negócio é efetivamente viável. Lembre-se, quanto mais preparado para defender a viabilidade do seu negócio você estiver, mais fácil será tomar dinheiro emprestado.

Faça suas contas direito. Não se esqueça que todas as empresas precisam de tempo para equilibrar suas contas e garantir um retorno financeiro. Por isso, programe-se para trabalhar com uma margem financeira que lhe possibilite alguns meses de adaptação. E nunca, em hipótese alguma, misture as suas contas pessoais com as da empresa.

Está disposto a assumir riscos?
Montar seu próprio negócio requer uma boa dose de ousadia, empreendedorismo e, principalmente, coragem de enfrentar os riscos comuns à abertura de uma empresa. Por mais estruturada que seja a sua estratégia, há sempre a chance de algo não sair exatamente como você imaginou, de surgir uma concorrente forte que lhe dê certo trabalho, enfim, situações difíceis de prever e de contornar.

Para isso, você precisará de equilíbrio e visão. Um dos aspectos mais difíceis de se tornar um empresário envolve a capacidade que a pessoa tem em aceitar decepções ou fracassos e mesmo assim continuar lutando. As dificuldades deverão ser vistas como um motivo a mais para seguir em frente, sem desistir ou se dar por vencido logo de início. Enxergar oportunidades: esta deve ser uma de suas principais funções.

Você está constantemente informado?
Para sobreviver a este mercado acirrado é necessário que você realmente o conheça e esteja atento às novas tendências apresentadas em seu setor, ao trabalho da concorrência, aos preços e às tecnologias mais avançadas, com o objetivo principal de constantemente abrir novas frentes de negócio.

É importante também que você conte com o apoio de profissionais especializados em determinadas áreas do gerenciamento de uma empresa. Eles não precisam, necessariamente, ser seus funcionários. Você pode optar pela terceirização, desde que mantenha uma estrutura que lhe dê segurança.

Não basta se manter informado, você precisa assegurar que a informação circule de forma adequada dentro da sua empresa. Mas, ela téra pouca utilidade se não estiver organizada. Portanto, estabeleça regras para seu uso e armazenamento.

Você se considera organizado?
Organização é uma característica essencial para quem está pensando em abrir um negócio: afinal, você precisa conciliar várias funções. Muito dificilmente você poderá contar, na abertura da empresa, com uma equipe muito grande. Suas reservas seriam gastas logo de início. Por esta razão, muito do serviço inicial deverá ser feito por você. Neste período, você perceberá também que não lhe restará muito tempo livre. Esteja preparado para isso.

É dinâmico e rápido para tomar decisões?
O empresário deve ter em seu perfil o dinamismo, para que se dedique às diversas atividades e capacidade para decidir rapidamente qual o caminho a seguir. Tudo isso deve ser somado ainda à liderança, já que, mais cedo ou mais tarde, supervisionará o trabalho de uma equipe, e otimismo, para sobreviver às dificuldades que poderão surgir em sua trajetória.

Montar um negócio exige muita dedicação e perseverança. Não é de um dia para o outro que a sua base de clientes vai crescer e é preciso estar preparado para as eventuais decepções. Lembre-se que muitas vezes o fato da sua empresa não fechar um negócio não é culpa sua, mas sim resultado de uma conjuntura maior.

Parece difícil? Trata-se sim de um longo caminho a percorrer. Mas, o sucesso depende, principalmente, de você! Adote uma postura positiva em relação aos desafios planejando-se, contando com uma rede de apoio (networking) e, sobretudo, não se esquecendo de dedicar algum tempo para a sua vida pessoal.

Fonte: InfoMoney

Falta de conhecimento sobre as exigências das licitações ainda são entrave, no entanto, diz especialista

Curitiba – A falta de conhecimento sobre as necessidades fiscais, administrativas e econômicas para que empresas de pequeno porte participem de licitações públicas é, na avaliação do coordenador de Políticas Públicas do Sebrae Paraná, Cesar Rissete, uma barreira a ser vencida.

“O empresário não vê o governo como mercado e é preciso quebrar esse paradigma. Para conquistar esse mercado é preciso de capacitação para atender o poder público. A micro ou pequena empresa precisa cumprir regras que as compras públicas exigem”, afirma o coordenador.
Ainda de acordo com Rissete, a partir do momento em que vence uma licitação, a pequena entra para o rol de empresas qualificadas para atender o mercado das compras governamentais, o que influencia, também, as negociações com empresas do setor privado, em questões como qualidade, prazos e competitividade.

De acordo com a Lei Geral, as micro e pequenas empresas só precisam providenciar as certidões de regularidade fiscal caso sejam declaradas vencedoras do processo de licitação. Havendo alguma restrição na comprovação da regularidade fiscal, a pequena empresa terá dois dias úteis, prorrogáveis por igual período, a critério da administração pública, para sua regularização.

No quesito desempate, quando as propostas apresentadas pelas pequenas empresas são iguais ou até 10% superiores à proposta mais bem classificada, a micro ou pequena empresa melhor classificada poderá apresentar proposta de preço inferior àquela considerada vencedora. Caso a pequena empresa não possa ser contratada, serão convocadas as demais para o exercício do mesmo direito, na ordem classificatória, desde que se encontrem no critério de empate. Na modalidade de pregão eletrônico, o intervalo percentual é de até 5% superior ao melhor preço.

Com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico e social das micro e pequenas empresas, a legislação ainda prevê que a administração pública poderá realizar processo licitatório destinado exclusivamente à participação de micro e pequenas empresas nas contratações de até R$ 80 mil; exigir dos licitantes (médias ou grandes empresas) a subcontratação de pequenos empreendimentos para fornecimento de até 30% do total do objeto licitado e estabelecer cota de até 25% do objeto para a contratação de micro e pequenas empresas para a aquisição de bens e serviços de natureza divisível, como, por exemplo, alimentos e roupas.
As oportunidades para micro e pequenas empresas nas compras governamentais serão discutidas no Fomenta 2010, evento com abertura em Curitiba na segunda-feira (22/11), às 19 horas, no Teatro Positivo – Grande Auditório. Os seminários técnicos, painéis de oportunidades, palestras e oficinas acontecem no espaço Expo Unimed, nos dias 23 e 24, das 8h30 às 18 horas. A programação completa do evento pode ser acessada online.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

A preocupação constante, do empresário moderno, é de oferecer sempre produtos e serviços com altos índices de qualidade. Ser competitivo é ter qualidade nos produtos e/ou serviços, e bons preços. O parâmetro para saber se uma empresa tem competitividade, instaura-se no confronto com outras empresas similares existentes em diferentes regiões.

Com o mercado cada vez mais aberto, outras empresas com produtos iguais, mas com melhores condições de preço e qualidade podem, a qualquer momento, vir a competir numa determinada região. Não basta pensar, somente, no mercado regional. É importante a empresa ter qualidade no âmbito nacional. Portanto, é preciso cada vez mais ter “qualidade total” e estar preparado para a competição global.

A tendência das empresas é de personalizar cada vez mais os seus produtos, dirigindo-os para segmentos específicos do mercado – os “nichos” – e isto requer uma comunicação mais aberta com o cliente, utilizando conceitos e linguagem que o cliente conhece. Ou seja, ela tem que ser direta e ajustada ao seu público-alvo. A responsabilidade social na preservação do meio ambiente, e os próprios efeitos do consumo de seus produtos na saúde de seus clientes, também são fatores que revelam a competitividade e sem dúvida, terão peso nas decisões do empresário.

Pensar nas parcerias, franquias e terceirizações são algumas das formas mais freqüentes de manter a competitividade. Aliado a tudo isso, praticar permanentemente os “padrões de qualidade e conformidade”. É primar pela retidão de princípios em suas relações com os seus públicos interno e externo. É a prática da ÉTICA acima de tudo.

A responsabilidade social do empresário é cobrada em termos de oferecer produtos e serviços com qualidade e bons preços, de buscar novas formas de relação com o governo e a sociedade, de pagar os impostos, e contribuições, de manter funcionários registrados com salários justos. Em síntese, podemos afirmar que a competitividade deve ser entendida como sendo a capacidade da empresa gerar lucros ou maior lucro, pelo maior período de tempo possível, neutralizando as ameaças dos seus concorrentes. – É ter: “Foco no cliente e no mercado”!

Parafraseando o filósofo que disse, “Conheça-te a ti mesmo”, recomendamos como primeiro mandamento de uma administração competitiva, a reflexão sobre sua própria empresa. Isto é, fotografia e radiografia, ampliadas, em todos os ângulos, a cores e com a animação e o dinamismo reais, exemplificando a forma como o empresário vê sua empresa, e como ele respira e transpira com ela em relação ao mercado (clientes, fornecedores e concorrentes). Conhecer o ambiente interno da empresa e avaliar o que ocorre no ambiente externo, é o primeiro passo a ser dado.

No que tange ao âmbito interno, é preciso conhecer as FORÇAS (pontos fortes) e as DEBILIDADES (pontos fracos).

Forças: são os pontos fortes, ou seja, as situações internas controláveis pela empresa, atividade ou setor, que favorecem a sua ação frente às Oportunidades e Ameaças. É preciso saber explorá-las. É preciso saber como “tirar proveito”. Alguns exemplos:

- estratégia de marketing bem definida;
- conquista da fidelidade da clientela;
- comunicação eficaz com o mercado; imagem positiva da empresa;
- mix de marketing claro, quanto ao produto ou serviço, preço, propaganda, promoção e distribuição;
- tecnologia atual;
- localização adequada;
- parceria com fornecedores;
- programa de qualidade total efetiva e ênfase na produtividade;
- operação com capital próprio e uso eficiente do capital de terceiros;
- reinvestir os lucros;
- baixa imobilização de capital;
- endividamento sob controle;
- capitalização da empresa;
- estrutura societária sem conflitos, com sócios dedicados;
- gestão inovadora nos negócios;
- estilo gerencial participativo; equipe altamente motivada e envolvida com os objetivos e metas da empresa.

Debilidades: são os pontos fracos, ou seja, as situações internas controláveis pela empresa, atividade ou setor, que desfavorecem a competitividade frente às oportunidades e ameaças. É necessário corrigir e melhorar com muito profissionalismo e não permitindo que as emoções e as vaidades encubram deficiências. Alguns exemplos como referência:

- falta de experiência empresarial anterior;
- falta de competência gerencial;
- desconhecimento do mercado e desconhecimento do produto;
- falta de qualidade nos produtos ou serviços;
- localização inadequada do imóvel, por questão de economia – aluguel mais barato;
- relação conturbada com fornecedores e clientes;
- tecnologia superada;
- imobilização excessiva em ativo fixo, e/ou estoques;
- política equivocada de créditos aos clientes; inadimplência;
- falta de controle de despesas e gestão financeira;
- estrutura organizacional centralizada;
- ausência de sistema de planejamento e informações gerenciais;
- influências negativas do ambiente, como vícios de usos e costumes devem ser ampla e constantemente avaliados e conseqüentemente extirpados da empresa;
- valores e preconceitos do empresário tais como: times de futebol, preferências por partidos políticos, de cor, origem ou religião, superstições, música, fragrâncias e tonalidades, não podem contagiar a Pessoa Jurídica.

Quanto ao ambiente externo, é necessário conhecer quais são as AMEAÇAS e as OPORTUNIDADES que estão rondando o seu negócio. É estar atento ao que ocorre no “mundo lá fora”.

Ameaças: são os riscos provenientes do meio externo, que criam obstáculos à ação da empresa, atividade ou setor e devem ser neutralizados.

Oportunidades: são possibilidades do meio externo à empresa, atividade ou setor, que favorecem a sua ação, se forem aproveitadas durante sua vigência.
Dessa forma, o empresário poderá visualizar o que pode interferir positiva ou negativamente em seus negócios, e aí sim, passar para a fase mais nobre dentro do conceito da administração de negócios, que é PLANEJAR.

Planejamento: é o processo que leva ao estabelecimento de um conjunto coordenado de ações, visando à consecução de determinados objetivos.

1- Planejamento Estratégico

É o processo que visa determinar, em termos de futuro, os objetivos e metas da empresa. Assim como, desenvolver padrões e políticas por meio das quais os objetivos serão alcançados, sempre baseados em informações do ambiente interno e externo. Sugere-se isto para empresas existentes, servindo como um guia para o redirecionamento empresarial e avaliação de oportunidades. Exemplo: a empresa estará presente apenas no mercado regional? Irá concentrar esforços para competir no mercado internacional? De que forma? Irá desenvolver novos produtos? Qual estrutura necessária? Investimentos em novos equipamentos?

Estratégias para o Planejamento Estratégico

Objetivo: Demonstrar a importância do Planejamento Estratégico, e propor um esboço simplificado de como se estrutura tal instrumento, como a seguir elencamos:

a) Estabelecimento de Objetivos e Metas:

O ponto de partida no Planejamento Estratégico é a definição, de forma clara, de quais são os objetivos e metas a serem atingidas e em que tempo. Objetivos são os resultados que a empresa pretende atingir como um todo, dentro de um prazo previamente estipulado. Exemplos:

- aumentar em 30% a produção do produto “X” nos meses de julho até dezembro;
- ampliar as vendas do produto “Y” em 20% no mercado nacional, durante o próximo ano;
- consolidar uma imagem de liderança tecnológica, junto aos clientes e a concorrência nacional, num prazo máximo de 5 anos.

Os objetivos e metas podem ser delineados para: curto, médio e longo, prazos.

b) Análise dos recursos:

Todo empreendimento exige a aplicação de recursos e nesta fase, o empresário deverá analisar o que dispõe e o que precisará dispor para atingir os objetivos definidos. Torna-se imperioso avaliar cuidadosamente os recursos: humanos, tecnológicos, materiais, financeiros. É decidir sobre o que tenho e o que deverei ter para chegar aos meus objetivos.

c) Estratégias:

São as definições dos meios a serem seguidos para se atingir os objetivos. Representam as opções / alternativas escolhidas para operacionalizar estes objetivos. Exemplos:

1- Objetivo: aumentar em 30% a produção do produto “X” nos meses de julho até dezembro; Estratégia:
- contratar pessoal temporário;
- trabalhar em 2 turnos (diurno e noturno);
- terceirizar parte da produção.

2- Objetivo: ampliar as vendas do produto “Y” em 20% no mercado nacional, durante o próximo ano; Estratégia:
- diversificar clientes;
- colocar o produto no mercado do Norte e Nordeste do país;
- contratar representantes comerciais nas capitais dos estados do Norte e Nordeste do país.

3- Objetivo: consolidar uma imagem de liderança tecnológica junto aos clientes e a concorrência nacional, num prazo máximo de 5 anos. Estratégia:
- implantar sistema de qualidade;
- obter certificação da ISO 9000;
- modernizar a fábrica em termos de máquinas e equipamentos;
- redefinir os processos de produção.

d) Plano de Ação:

Um Plano de Ação deverá conter os seguintes pontos:

- objetivo: descrição do objetivo a ser alcançado;
- estratégia: relacionar todas as estratégias que estão relacionadas ao objetivo citado;
- ação: mencionar cada uma das ações que deverão ser adotadas para implementar as estratégias;
- tempo/prazo: especificar o período de duração de cada uma das ações a serem desenvolvidas através de um cronograma de ações;
- responsabilidade: definir quem é o principal responsável pela implementação/execução de cada uma das ações estabelecidas;
- recursos necessários: identificar quais os recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros necessários para a consecução de cada uma das ações estabelecidas.

d) Avaliação:

São as “medições” realizadas através dos controles operacionais, que avaliam os resultados das ações executadas em conformidade com o planejado.

e) Revisão e atualização:

É preciso passar da intenção à ação, pois planos somente no papel não são de grande valia. É preciso executá-los para se atingir os objetivos. Os planos não são e não podem ser inalteráveis ou inflexíveis. Portanto, havendo mudanças nas premissas e nas condições previstas, é preciso ser rápido e rever tudo o que foi planejado. É importante atualizá-los, para adaptar-se às novas mudanças e/ou exigências do mercado.

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Fonte: website Sebrae SP
Consultoria Sebrae SP