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Navegando Posts marcados como investimento

Essa matéria publicada no Jornal do Comércio nos faz torcer para que não seja apenas mais um papo furado de político para campanha eleitorral do pleito para prefeito que se aproxima, pois a expansão da estrutura de internet, não apenas no Rio Grande do Sul, mas em todo o Brasil é uma questão de “vida ou morte”. Basta pensar que hoje toda a movimentação bancária e grande pare das Notas Fiscais do País é feita via internet, isso só para citar dois setores que iriam literalmente parar.

Vejam a matéria:

Expansão da rede é fundamental para maior acesso à internet, destacou Bernardo.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou ontem que o Rio Grande do Sul precisa ampliar a rede de fibra ótica em pelo menos 900 quilômetros para que se feche o que chamou de anel básico, do qual devem partir ramificações para que a população tenha acesso a serviços de telecomunicações. “Estive reunido com o governador Tarso Genro e conversamos sobre a possibilidade de um trabalho conjunto que vise à inclusão digital.

Chegamos, inclusive a assinar um termo de compromisso nesse sentido porque entendemos que juntos podemos economizar recursos e fazer um trabalho melhor.” O investimento para isso tem um custo estimado em até R$ 25 milhões, disse antes de participar da reunião-almoço Tá na Mesa, promovida pela Federasul.

Paulo Bernardo ressaltou que esse investimento, embora fundamental, não vai resolver o problema, já que é preciso também de ramificações. Para isso, pretende incentivar os municípios e as empresas a realizar essas obras secundárias. A ideia inicial, detalhou o ministro, é que o trabalho possa ser feito através da Telebrás mas, durante a reunião com o governador, foi levantada a possibilidade de envolver a CEEE.

Em sua palestra aos empresários presentes na reunião-almoço, o ministro destacou a instalação da fibra ótica como etapa importante para a execução do Plano Nacional de Banda Larga que pretende, entre outras coisas, criar uma opção básica de acesso à internet com velocidade mínima de 1 mbps (megabit por segundo) e preço máximo de R$ 35,00. O governo federal espera que e a medida amplie a base de domicílios com acesso à internet para 70% do total em quatro anos (atualmente a parcela com acesso à rede em casa é próxima a 30%, segundo o ministro).

Outro projeto de massificação da rede de telecomunicação detalhado por Paulo Bernardo foi a criação de um plano de assinatura popular para a telefonia fixa, com taxa de R$ 13,50. O governo negocia com as companhias para que custeiem o investimento necessário e a cada 18 meses façam uma reunião de prestação de contas com o ministério. “A rigor, o governo deve arcar com o custo da implantação de qualquer serviço não previsto no contrato com as concessionárias. Mas projetamos que com a ampliação da base de clientes o faturamento das empresas terá crescimento expressivo. Como se diz, elas vão lavar a égua. Por isso propomos este modelo e, se for comprovado prejuízo, o governo se compromete a ressarcir”, afirmou.

O ministro indicou a possibilidade de aplicar recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), caso haja necessidade de investimento direto do governo federal e a concordância do Ministério da Fazenda.

Programa de telefonia rural deve atender a 50% das residências do campo em até quatro anos

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou, na Federasul, que está em negociação a implantação de um programa de telefonia rural que seja capaz de atender, em quatro anos, ao menos 50% das residências do campo. “Para isso, estamos avaliando diversas alternativas tecnológicas. Precisamos saldar essa verdadeira dívida que temos com quem mora no campo. Atualmente quase ninguém tem acesso, pois praticamente não existe telefone na roça”, afirmou.

O ministro foi incisivo ao apontar que considera a carga tributária sobre a telefonia muito grande, mas que mesmo assim nenhum dos projetos de criação de pacotes populares prevê renúncia fiscal. “Não é justo fazer isso com o caixa dos outros”, disse ele em referência à possibilidade de isenção de ICMS, um tributo estadual. No entanto, Paulo Bernardo indicou que é favorável a que haja uma negociação prévia para a isenção de novos serviços. A essa manifestação, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, indicou total apoio. Segundo ele, o Estado pode fazer renúncia fiscal sempre que o cálculo “na ponta do lápis” mostrar que a medida é vantajosa a longo prazo.

Fonte: Jornal do Comércio

15 dicas para não errar no ponto de venda

1 – Sucesso x Fracasso

Uma boa localização pode representar uma grande variação no volume de negócios e ser determinante entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento.

2 – A importância do “P” de ponto

A questão da localização não pode ser dissociada dos outros componentes do marketing. Considerando os 4 PS, deve-se buscar a coerência entre o PONTO (localização), o PREÇO, o PRODUTO e a PROMOÇÃO. O P de Ponto tem caráter de vida longa, enquanto os outros “Pês” podem sofrer ajustes e serem reorientados de forma tática mais facilmente.

3 – Ponto ideal

O ponto ideal é o que fica mais próximo do seu público-alvo e que mais se ajusta à proposta do negócio. Uma loja que não atenda a essas características requer investimento de muito tempo e dinheiro para garantir a sua presença no mercado.

4 – No caminho do cliente

“O bom ponto é aquele que fica no caminho do cliente”. É preciso analisar o traçado das ruas e avaliar se o trânsito é compatível com a atividade. Grandes avenidas com retornos e estacionamentos proibidos afastam o comprador. De modo geral, vias movimentadas adaptam-se a compras por impulso e as mais calmas à venda de produtos especializados.

5 – Facilidade de acesso

O sucesso também depende da facilidade de acesso. “Uma padaria, por exemplo, deve instalar-se no sentido centro-bairro, para que as pessoas possam estacionar na volta para casa”.

6 – Aspectos legais

No caso de imóveis usados é bom avaliar se a área permite a montagem de uma loja e se a reforma é viável do ponto de vista arquitetônico e financeiro. Procure informar-se detalhadamente sobre as limitações para a construção.

7 – Lojas em shopping

Lojas em shopping centers pedem uma análise do perfil do público, do mix de empresas e das exigências impostas pela administração. “Uma ótima idéia em local inadequado não vinga”.

8 – População – Considere os seguintes itens:

- Verificação da renda da população
- Consumidores em potencial
- nível de hábitos e comportamento de compra
- locais onde realizam suas compras
- grau de fidelidade com estes locais
- freqüência
- motivos que os levam até os locais
- quais pontos fortes e fracos destes locais.

9 – Concorrência – Agumas explicaões necessárias:

- A concorrência, neste momento, deve ser avaliada em razão das suas estratégias de localização, isto é, deve ser entendido para onde tem sido geograficamente, a expansão, ou mesmo fechamento, das lojas dos seus principais concorrentes.

- Cabe destacar também que aquilo que às vezes parece “ser” mas não é de fato. A proximidade de lojas com produtos semelhantes – concorrentes diretos – é benéfica para vários segmentos do varejo.

Exemplo em São Paulo:

- Rua da Consolação com comércio de luminárias
- Rua Florêncio de Abreu com ferragens e ferramentas
- Rua Santa Ifigênia com Material eletrônico
- Rua 25 de março Comércio de tecidos
- Rua São Caetano com Vestidos de noivas
- Bairro dos Campos Elíseos com Comércio de auto peças.

10 – O Imóvel – Considere:

- Indique a área ideal para sua loja em m2. ……………..
- O imóvel tem ………………… m2.
- Térreo é melhor que sobrado ou prédio
- Fachada livre para ser explorado visualmente – sem postes, árvores, etc.
- Salão fácil de ser dividido para encaixe da planta de sua loja
- Imóvel limpo, arejado, com pintura nova
- Bem iluminado internamente
- Não deve ser área considerada perigosa no período noturno
- Com bom fluxo de pessoas em frente a loja

11 – Projeto da loja

“O objetivo do projeto deve ser vender, não ganhar prêmios”.

Projetar uma loja implica na seleção de várias informações:

- área total,
- volume de mercadorias,
- apresentação,
- público-alvo,
- tipo de expositores,
- iluminação,
- espaços para circulação,
- acesso e
- vitrine.

12 – Pensar como investimento

Pense no projeto como um investimento e não apenas como mais uma despesa para embelezar o local. Escolha o projetista por sua experiência e não apenas por seus valores estéticos.

13 – Ser funcional

Um projeto deve ser funcional e atraente para provocar impacto da fachada ao interior do espaço. Funcionalidade se obtém com uma boa distribuição da área, respeitando-se a circulação do cliente e a exposição dos produtos. Já o impacto visual é garantido pela decoração e coordenação dos elementos.

14 – Qualidade é fundamental

O critério na escolha dos materiais e da mão-de-obra refletirá na percepção de qualidade dos produtos vendidos. “Um bom design pode substituir detalhes rebuscados, mas mesmo as soluções mais simples precisam ser muito bem acabadas”, avisa o arquiteto José Humberto de Oliveira.

15 – Identificação com o público-alvo

O objetivo deve ser o de criar ambientes que estabeleçam uma identidade com seu público-alvo. “Ninguém escolhe uma loja por acaso. O consumidor vai a busca de um conceito e é isso que o projeto deve refletir.

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Autor: José Carmo Vieira de Oliveira
Consultor – Sebrae-SP