Net28 agencia de internet

"Um canal de interatividade com seus clientes e parceiros."

Navegando Posts marcados como Oportunidades

Concluímos 2010 apresentando em nosso Blog diversas matérias relacionadas à administração, marketing e oportunidades para as empresas e profissionais liberais, além de divulgar nossos clientes e publicar matérias por eles enviadas.

Fomos questionados diversas vezes porque uma agência voltada para o desenvolvimento de websites, sistemas e marketing para internet tem um blog focado em assuntos como administração e oportunidades para empresas e profissionais liberais. E a resposta é muito simples: “Queremos oferecer algo a mais aos nossos clientes do que apenas os serviços e produtos que possuímos. Nossa intenção é proporcionar uma ótima fonte de informação e conhecimento  para auxiliar no desenvolvimento das empresas e profissionais liberais e assim tornar nosso cliente forte e com isso selarmos uma verdadeira parceria de negócios.”

Hoje o Blog Net28 tem uma visibilidade excelente, fechamos o mês de dez/2010 com uma visualização de 4.238 internautas visitantes. Nesses números estão incluídos os nossos Clientes.

Os clientes Net28 têm toda a liberdade de enviar matérias de cunho informativo, desde eventos que irão participar ou participaram, a conteúdo sobre as atividades da empresa ou do profissional liberal. O texto e fotos serão analisados e sendo aprovados são publicados com o crédito a empresa ou profissional que a enviou. Dessa forma criando mais um ótimo canal de marketing.

Nossa meta é repetir em 2011 todo o sucesso alcançado no ano que passou, aprimorando ainda mais o conteúdo do Blog Net28.

Semana que vem faremos a primeira publicação do ano e esperamos uma maior participação dos nossos clientes, seja com comentários, seja com matérias enviadas para publicação no Blog.

Um Feliz Ano de 2011 a todos e que seja com muitas conquistas e metas atingida.

Abraços,
Equipe Net28

Onde estão as grandes oportunidades na cadeia produtiva de petróleo e como as pequenas e médias empresas podem aproveitá-las

Habilite sua empresa

1 – Que produtos e serviços estão sendo mais procurados?

Somada às demandas atuais do setor, a exploração de novos poços aumentou a procura por praticamente tudo – de tecnologias de perfuração para grandes profundidades a serviços de jardinagem para novos prédios de escritórios.

2 – Além de empresas de petróleo, que outras companhias têm interesse no que as pequenas e médias empresas podem fornecer?

Companhias de toda a cadeia produtiva – sobretudo fornecedores de equipamentos e serviços para plataformas, estaleiros, refinarias e distribuição. Elas também precisam de uma lista enorme de insumos e serviços vendidos por pequenas e médias empresas, como limpeza, uniformes e até material de escritório.

3 – É preciso ter um valor mínimo de faturamento para ser fornecedor da Petrobras?

Não. Mas é necessário comprovar que será possível atender às encomendas no prazo. Também é necessário estar em dia com impostos e atender a uma série de outras exigências. Muitas vezes, um técnico da Petrobras visita a empresa para ver as instalações. Dos 50 000 fornecedores diretos da Petrobras, perto de 20% têm até 99 empregados e faturamento anual de 1,2 milhão de reais.

4 – Fornecer à Petrobras é o melhor caminho para entrar no setor?

Não necessariamente. Embora a maior parte dos investimentos e da demanda no setor venha da Petrobras, existem 76 empresas com licença para explorar petróleo no Brasil.

5 – Como ser encontrado pelas empresas do setor?

A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) mantém uma lista com mais de 2 000 fornecedores, dos quais 60% são pequenos e médios. A relação é consultada pela Petrobras e por outras operadoras, como Shell e Chevron, por seus fornecedores e por fornecedores desses fornecedores. Em parceria com o Sebrae, a Onip organiza encontros e dá orientações sobre como as pequenas e médias empresas devem se preparar para atender aos critérios rígidos exigidos pela cadeia.

6 – Quais são as principais demandas do setor?

É possível agrupá-las em quatro grandes grupos – mão de obra qualificada, serviços de logística, informação especializada e novas tecnologias. Para cada um há uma extensa lista de serviços e produtos que podem ser supridos por pequenas e médias empresas. Exemplos: Mão de obra – uniformes, capacetes e outros equipamentos de proteção, serviços especializados para pintura de estaleiros, montagem industrial, manutenção de caldeiras, oleodutos, gasodutos e barcos, consultoria em recursos humanos, treinamento para trabalhos em áreas confinadas e aulas de confeitaria para padeiros das plataformas, entre muitos outros serviços. Serviços de logística – transporte por barcos e helicópteros, vans e micro-ônibus, apoio para recepção de funcionários e executivos em aeroportos, softwares para escolha de rotas, serviços de manutenção, monitoramento de aviões e helicópteros. Informação especializada – estudos de composição de terrenos, averiguação e monitoramento de fauna marinha, estudos de contingência para derramamentos de óleo, incêndios e outros riscos. Novas tecnologias – desenvolvimento de materiais resistentesa alta pressão e variação de temperatura, simuladores para operação de equipamentos pesados.

7 – Há incentivos para as pequenas e médias empresas participarem da cadeia?

Sim. Agências de fomento, como a Finep, e o BNDES têm programas e linhas especiais de crédito (veja a lista no Portal EXAME PME: www.exame.com.br/ pme). Há, além disso, políticas de incentivo à indústria nacional. Para disputar as concessões dos blocos de exploração, as operadoras têm de contratar no mínimo 37% de empresas nacionais. A Petrobras compra 65% de insumos e de serviços de empresas brasileiras.

8 – Ainda dá tempo

de aproveitar tudo isso? Sim. Os especialistas dizem que a demanda continuará bastante aquecida durante os próximos cinco anos, pelo menos. Mas é preciso agilidade, pois a concorrência também tende a aumentar. Além disso, há um programa de pontuação da Petrobras que favorece os fornecedores mais antigos.

____________________________________________

Raquel Grisotto e Carolina França,
de EXAME PME

A preocupação constante, do empresário moderno, é de oferecer sempre produtos e serviços com altos índices de qualidade. Ser competitivo é ter qualidade nos produtos e/ou serviços, e bons preços. O parâmetro para saber se uma empresa tem competitividade, instaura-se no confronto com outras empresas similares existentes em diferentes regiões.

Com o mercado cada vez mais aberto, outras empresas com produtos iguais, mas com melhores condições de preço e qualidade podem, a qualquer momento, vir a competir numa determinada região. Não basta pensar, somente, no mercado regional. É importante a empresa ter qualidade no âmbito nacional. Portanto, é preciso cada vez mais ter “qualidade total” e estar preparado para a competição global.

A tendência das empresas é de personalizar cada vez mais os seus produtos, dirigindo-os para segmentos específicos do mercado – os “nichos” – e isto requer uma comunicação mais aberta com o cliente, utilizando conceitos e linguagem que o cliente conhece. Ou seja, ela tem que ser direta e ajustada ao seu público-alvo. A responsabilidade social na preservação do meio ambiente, e os próprios efeitos do consumo de seus produtos na saúde de seus clientes, também são fatores que revelam a competitividade e sem dúvida, terão peso nas decisões do empresário.

Pensar nas parcerias, franquias e terceirizações são algumas das formas mais freqüentes de manter a competitividade. Aliado a tudo isso, praticar permanentemente os “padrões de qualidade e conformidade”. É primar pela retidão de princípios em suas relações com os seus públicos interno e externo. É a prática da ÉTICA acima de tudo.

A responsabilidade social do empresário é cobrada em termos de oferecer produtos e serviços com qualidade e bons preços, de buscar novas formas de relação com o governo e a sociedade, de pagar os impostos, e contribuições, de manter funcionários registrados com salários justos. Em síntese, podemos afirmar que a competitividade deve ser entendida como sendo a capacidade da empresa gerar lucros ou maior lucro, pelo maior período de tempo possível, neutralizando as ameaças dos seus concorrentes. – É ter: “Foco no cliente e no mercado”!

Parafraseando o filósofo que disse, “Conheça-te a ti mesmo”, recomendamos como primeiro mandamento de uma administração competitiva, a reflexão sobre sua própria empresa. Isto é, fotografia e radiografia, ampliadas, em todos os ângulos, a cores e com a animação e o dinamismo reais, exemplificando a forma como o empresário vê sua empresa, e como ele respira e transpira com ela em relação ao mercado (clientes, fornecedores e concorrentes). Conhecer o ambiente interno da empresa e avaliar o que ocorre no ambiente externo, é o primeiro passo a ser dado.

No que tange ao âmbito interno, é preciso conhecer as FORÇAS (pontos fortes) e as DEBILIDADES (pontos fracos).

Forças: são os pontos fortes, ou seja, as situações internas controláveis pela empresa, atividade ou setor, que favorecem a sua ação frente às Oportunidades e Ameaças. É preciso saber explorá-las. É preciso saber como “tirar proveito”. Alguns exemplos:

- estratégia de marketing bem definida;
- conquista da fidelidade da clientela;
- comunicação eficaz com o mercado; imagem positiva da empresa;
- mix de marketing claro, quanto ao produto ou serviço, preço, propaganda, promoção e distribuição;
- tecnologia atual;
- localização adequada;
- parceria com fornecedores;
- programa de qualidade total efetiva e ênfase na produtividade;
- operação com capital próprio e uso eficiente do capital de terceiros;
- reinvestir os lucros;
- baixa imobilização de capital;
- endividamento sob controle;
- capitalização da empresa;
- estrutura societária sem conflitos, com sócios dedicados;
- gestão inovadora nos negócios;
- estilo gerencial participativo; equipe altamente motivada e envolvida com os objetivos e metas da empresa.

Debilidades: são os pontos fracos, ou seja, as situações internas controláveis pela empresa, atividade ou setor, que desfavorecem a competitividade frente às oportunidades e ameaças. É necessário corrigir e melhorar com muito profissionalismo e não permitindo que as emoções e as vaidades encubram deficiências. Alguns exemplos como referência:

- falta de experiência empresarial anterior;
- falta de competência gerencial;
- desconhecimento do mercado e desconhecimento do produto;
- falta de qualidade nos produtos ou serviços;
- localização inadequada do imóvel, por questão de economia – aluguel mais barato;
- relação conturbada com fornecedores e clientes;
- tecnologia superada;
- imobilização excessiva em ativo fixo, e/ou estoques;
- política equivocada de créditos aos clientes; inadimplência;
- falta de controle de despesas e gestão financeira;
- estrutura organizacional centralizada;
- ausência de sistema de planejamento e informações gerenciais;
- influências negativas do ambiente, como vícios de usos e costumes devem ser ampla e constantemente avaliados e conseqüentemente extirpados da empresa;
- valores e preconceitos do empresário tais como: times de futebol, preferências por partidos políticos, de cor, origem ou religião, superstições, música, fragrâncias e tonalidades, não podem contagiar a Pessoa Jurídica.

Quanto ao ambiente externo, é necessário conhecer quais são as AMEAÇAS e as OPORTUNIDADES que estão rondando o seu negócio. É estar atento ao que ocorre no “mundo lá fora”.

Ameaças: são os riscos provenientes do meio externo, que criam obstáculos à ação da empresa, atividade ou setor e devem ser neutralizados.

Oportunidades: são possibilidades do meio externo à empresa, atividade ou setor, que favorecem a sua ação, se forem aproveitadas durante sua vigência.
Dessa forma, o empresário poderá visualizar o que pode interferir positiva ou negativamente em seus negócios, e aí sim, passar para a fase mais nobre dentro do conceito da administração de negócios, que é PLANEJAR.

Planejamento: é o processo que leva ao estabelecimento de um conjunto coordenado de ações, visando à consecução de determinados objetivos.

1- Planejamento Estratégico

É o processo que visa determinar, em termos de futuro, os objetivos e metas da empresa. Assim como, desenvolver padrões e políticas por meio das quais os objetivos serão alcançados, sempre baseados em informações do ambiente interno e externo. Sugere-se isto para empresas existentes, servindo como um guia para o redirecionamento empresarial e avaliação de oportunidades. Exemplo: a empresa estará presente apenas no mercado regional? Irá concentrar esforços para competir no mercado internacional? De que forma? Irá desenvolver novos produtos? Qual estrutura necessária? Investimentos em novos equipamentos?

Estratégias para o Planejamento Estratégico

Objetivo: Demonstrar a importância do Planejamento Estratégico, e propor um esboço simplificado de como se estrutura tal instrumento, como a seguir elencamos:

a) Estabelecimento de Objetivos e Metas:

O ponto de partida no Planejamento Estratégico é a definição, de forma clara, de quais são os objetivos e metas a serem atingidas e em que tempo. Objetivos são os resultados que a empresa pretende atingir como um todo, dentro de um prazo previamente estipulado. Exemplos:

- aumentar em 30% a produção do produto “X” nos meses de julho até dezembro;
- ampliar as vendas do produto “Y” em 20% no mercado nacional, durante o próximo ano;
- consolidar uma imagem de liderança tecnológica, junto aos clientes e a concorrência nacional, num prazo máximo de 5 anos.

Os objetivos e metas podem ser delineados para: curto, médio e longo, prazos.

b) Análise dos recursos:

Todo empreendimento exige a aplicação de recursos e nesta fase, o empresário deverá analisar o que dispõe e o que precisará dispor para atingir os objetivos definidos. Torna-se imperioso avaliar cuidadosamente os recursos: humanos, tecnológicos, materiais, financeiros. É decidir sobre o que tenho e o que deverei ter para chegar aos meus objetivos.

c) Estratégias:

São as definições dos meios a serem seguidos para se atingir os objetivos. Representam as opções / alternativas escolhidas para operacionalizar estes objetivos. Exemplos:

1- Objetivo: aumentar em 30% a produção do produto “X” nos meses de julho até dezembro; Estratégia:
- contratar pessoal temporário;
- trabalhar em 2 turnos (diurno e noturno);
- terceirizar parte da produção.

2- Objetivo: ampliar as vendas do produto “Y” em 20% no mercado nacional, durante o próximo ano; Estratégia:
- diversificar clientes;
- colocar o produto no mercado do Norte e Nordeste do país;
- contratar representantes comerciais nas capitais dos estados do Norte e Nordeste do país.

3- Objetivo: consolidar uma imagem de liderança tecnológica junto aos clientes e a concorrência nacional, num prazo máximo de 5 anos. Estratégia:
- implantar sistema de qualidade;
- obter certificação da ISO 9000;
- modernizar a fábrica em termos de máquinas e equipamentos;
- redefinir os processos de produção.

d) Plano de Ação:

Um Plano de Ação deverá conter os seguintes pontos:

- objetivo: descrição do objetivo a ser alcançado;
- estratégia: relacionar todas as estratégias que estão relacionadas ao objetivo citado;
- ação: mencionar cada uma das ações que deverão ser adotadas para implementar as estratégias;
- tempo/prazo: especificar o período de duração de cada uma das ações a serem desenvolvidas através de um cronograma de ações;
- responsabilidade: definir quem é o principal responsável pela implementação/execução de cada uma das ações estabelecidas;
- recursos necessários: identificar quais os recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros necessários para a consecução de cada uma das ações estabelecidas.

d) Avaliação:

São as “medições” realizadas através dos controles operacionais, que avaliam os resultados das ações executadas em conformidade com o planejado.

e) Revisão e atualização:

É preciso passar da intenção à ação, pois planos somente no papel não são de grande valia. É preciso executá-los para se atingir os objetivos. Os planos não são e não podem ser inalteráveis ou inflexíveis. Portanto, havendo mudanças nas premissas e nas condições previstas, é preciso ser rápido e rever tudo o que foi planejado. É importante atualizá-los, para adaptar-se às novas mudanças e/ou exigências do mercado.

____________________________
Fonte: website Sebrae SP
Consultoria Sebrae SP

Qual a importância para minha Empresa possuir um WebSite?

Qual a importância para minha Empresa possuir um WebSite?

Primeiro vamos mostrar quatro importantes indicadores estatísticos da internet no Brasil, fornecidos pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - www.nic.br, órgão responsável pela internet no País:

Domicílios com acesso a internet*: no Brasil são 27 % e no RS são 32% do total de domicílios acessando a internet (em uma região com 120 mil domicílios pelo menos 38 mil estarão conectados à internet), lembrando que em cada residência há em média quatro possíveis consumidores de bens e serviços.

* Nestes percentuais não são consideradas as Lan Houses que fazem uma inclusão digital ainda maior.

Atividades na Internet: Teve um crescimento da atividade de pesquisa sobre bens e serviços realizada na Internet de 50% em 2008 para 62% do total de usuários de Internet, em 2009.

Computadores de mesa: A Pesquisa mostra que nos domicílios brasileiros entre 2008 e 2009 houve um crescimento de 7%.

Publicidade on-line: A internet se tornou o terceiro veículo de maior alcance no Brasil, atrás apenas de rádio e TV. 87% dos internautas utilizam a rede para pesquisar produtos e serviços. Antes de comprar, 90% dos consumidores ouvem sugestões de pessoas conhecidas, enquanto 70% confiam em opiniões expressas online.

O MARKETING é a mola propulsora para qualquer atividade

O MARKETING é a mola propulsora para qualquer atividade

O MARKETING é a mola propulsora para qualquer atividade e o website é uma ferramenta que engloba varias formas de fazer o imprescindível marketing, seja para fixar a imagem de um produto, uma campanha ou uma empresa, seja para alavancar novos negócios ou incrementar as vendas.

Marketing – Várias ações de marketing em um só local: informação sobre negócio, localização do seu negócio, apresentação dos seus produtos e serviços, aumento do relacionamento com seus clientes, além de ser uma forma rápida e eficiente de fazer lançamentos e promoções atingindo rapidamente o público desejado. Marketing que serve tanto para empresas que estão iniciando e em busca de novas oportunidades ou explorando novos mercados, como para empresas já consolidadas que podem expor o seu currículo e tornar a sua marca forte.

Oportunidades - Um site aumenta a distribuição do conhecimento da sua empresa surgindo mais oportunidades de negócios.

Informação - Você apresenta sua empresa de forma dinâmica, moderna e bastante profissional. Clientes futuros e atuais terão acesso aos dados de sua empresa, como telefone de contato, mapa com o seu endereço e formulário de fale conosco, de forma rápida e simplificada.

Produtos / Serviços – Funciona como o catálogo da sua empresa, seja de produtos ou serviços. Você poderá apresentar com riqueza de detalhes seus produtos e serviços, inclusive com informações técnicas e imagens ilustrativas. Com a grande vantagem de estar atingindo um público consumidor muito maior e sem fronteiras. Gerando dessa forma inúmeras possibilidades de negócios.

Interatividade – Através do site da sua empresa você poderá obter sugestões e reclamações de seus clientes, criando assim, um novo canal de comunicação.

Dinamismo – A Internet permite criar meios versáteis de lançar produtos e conduzir pesquisas de mercado. O seu folheto ou catálogo pode ser alterado freqüentemente sem gastos de impressão e distribuição.

Portas Abertas – Um site mantém sua empresa exposta 24 horas por dia, em todos os dias da semana, inclusive em feriados e finais de semana. Os consumidores podem procurar seus serviços ou produtos nos mais variados horários.

Minha Marca Registrada – Será proprietário da sua própria marca na internet, divulgando o nome da sua empresa não apenas através do seu website, mas também através dos e-mails que você enviar, pois a empresa terá seu próprio domínio seunome@nomedaminhamepresa.com.br. Isso renderá credibilidade a sua marca, mostrando sua intenção de permanecer no mercado e fixar o nome de sua empresa.